Somos parceiros estratégicos em todo o ciclo de vida empresarial. Da avaliação técnica à transação complexa, entregamos senioridade e independência.






Seu projeto é executado por profissionais experientes.

Isenção total de conflitos de
interesse bancário.

Focamos na construção de valor perene, não apenas no fee de sucesso.
Fusão é a união de duas empresas em uma operação única, com integração total (muitas vezes estruturada como incorporação, quando uma absorve a outra).
Joint venture (JV) é uma parceria para um objetivo específico, em que as empresas mantêm suas operações e cooperam em um novo negócio (com NewCo ou por contrato).
Em geral, fusão = unificar tudo; JV = somar forças sem integração total, compartilhando risco e investimento.
No sell-side, a Valore Brasil representa o vendedor, conduzindo o valuation, estruturando os materiais (teaser e CIM), coordenando o processo de abordagem ao mercado, a due diligence e as negociações, com o objetivo de maximizar o valor da transação e mitigar riscos. No buy-side, a Valore Brasil atua em nome do comprador, apoiando a seleção do alvo, a validação da tese de investimento, a definição do preço e a condução das negociações, visando reduzir riscos e assegurar a aquisição pelo ‘preço justo’” dou essa sugestão
Nem sempre. Antes de definir um número, normalmente é mais crítico alinhar objetivos dos sócios, tese estratégica e o timing de mercado.
O valuation entra como uma ferramenta para balizar faixa de valor e suportar a negociação.
Sim. No início do sell-side, é recomendável definir o “menu de estratégias” com os sócios — venda total, venda parcial, entrada de investidor e, em alguns casos, fusão/troca de participações.
Se aparecer um interessado com tese de combinação de negócios, a operação pode ser estruturada como fusão.
Depende do aquecimento do mercado. Em alguns casos, existe janela de oportunidade e não há tempo para uma preparação longa; em outros, preparar antes aumenta qualidade, reduz riscos e melhora valor e termos.
A melhor prática é manter a empresa sempre “pronta para transacionar”: governança e números organizados, narrativa clara e um plano de criação de valor — assim você consegue aproveitar o momento do mercado sem perder valor na negociação.
Sim — conflitos entre sócios podem comprometer o valuation, a governança, a velocidade do processo e até a confiança do comprador ou investidor. Em alguns casos, ainda é possível avançar com a transação, desde que haja uma assessoria experiente, uma estrutura bem desenhada e um alinhamento mínimo entre as partes quanto ao caminho a ser seguido.
A escolha depende de objetivo dos sócios, necessidade de capital/controle, nível de integração desejada e timing de mercado. Muitas vezes, vale começar definindo um “menu de alternativas” antes de travar em um formato.
O valuation baliza faixa e racional econômico; a gestão baseada em valor melhora fundamentos (caixa, risco, governança); e o M&A transforma isso em uma operação bem estruturada para otimizar preço, termos e segurança.