Avaliação de ativos

Controle físico e contábil do seu imobilizado.

Realizamos a avaliação de ativos inventário, emplaquetamento e avaliação técnica de ativos tangíveis (imóveis, máquinas e frotas). Laudos fundamentados para auditoria (CPC 27), gestão de seguros e garantias bancárias.

Ilustração do serviço de avaliação de ativos

Canários compatíveis

Seus resultados refletem a
realidade de seus ativos?

Ativos mal avaliados podem gerar problemas graves como distorção no lucro (por depreciação errada) e risco financeiro (pagar seguro demais ou de menos). Nossa engenharia de avaliações ajusta seu controle patrimonial em diversos cenários como:

Quando a empresa precisa “trazer o patrimônio para a realidade do mercado” (ex.: fechamento contábil, auditoria, governança, reporting).

Usado para suportar incorporação de empresas e movimentos societários em que o valor de ativos precisa estar tecnicamente fundamentado.

Quando a família/empresa vai integralizar imóveis e outros ativos em uma holding, a avaliação de ativos é usada para suportar o valor atribuído na operação (critério econômico/mercado), dar rastreabilidade para contabilidade e governança, e reduzir risco de questionamentos em etapas de planejamento patrimonial e sucessório.

Laudos técnicos para dar imóveis ou máquinas como colateral em operações de crédito e financiamento.

Definir o Valor em Risco (VR) correto para não pagar prêmio excessivo (suprasseguro) nem ficar descoberto em caso de sinistro (infrasseguro).

Passo a passo

Inventário e Avaliação Ponta a Ponta.

Unimos a engenharia (campo) com a contabilidade (escritório).

Etapa 1

Inventário Físico e Emplaquetamento

Nossa equipe vai a campo. Localizamos, descrevemos e colamos a plaqueta de controle em cada item (máquinas, móveis, TI).

Etapa 2

Conciliação Físico-Contábil

O "Saneamento": cruzamos o que achamos no chão de fábrica com o que está na sua lista contábil. Identificamos sobras (ativos sem nota) e sobras contábeis (ativos que sumiram).

Etapa 3

Pesquisa de Mercado e Engenharia

Aplicamos os métodos da ABNT (Comparativo Direto ou Custo de Reposição) para definir quanto vale cada item hoje.

Etapa 4

Determinação de Vida Útil

Análise técnica de quanto tempo cada máquina ainda vai operar, ajustando a taxa de depreciação futura.

Experiência e impacto

Uma trajetória de solidez e resultados comprovados

Mais de 16 anos de história no mercado
Mais de 60 segmentos atendidos
Mais de 1.000 projetos realizados
Mais de R$ 4 bilhões em transações

O Impacto Prático

O impacto financeiro do controle.

Evite ressalvas em auditoria e otimize legalmente a carga tributária da nova operação.

Lucro Real AjustadoSaiba Mais

Ao ajustar a depreciação (muitas vezes acelerada), você impacta diretamente o resultado do exercício e a base de cálculo de impostos.

Redução de Custo de SeguroSaiba Mais

Clientes frequentemente descobrem que estavam segurando máquinas que nem existem mais. O inventário limpa a apólice e reduz o custo.

Lucro Real AjustadoSaiba Mais

Ao ajustar a depreciação (muitas vezes acelerada), você impacta diretamente o resultado do exercício e a base de cálculo de impostos.

Sua base de ativos está uma bagunça?

Vamos organizar o físico, ajustar o contábil e proteger o patrimônio.

Perguntas e respostas

Perguntas frequentes sobre nosso serviço
de Avaliação de ativos

A avaliação de ativos é o processo de determinar o valor (normalmente valor justo/valor de mercado) de ativos tangíveis (ex.: imóveis, máquinas, equipamentos) e intangíveis (ex.: marca, carteira de clientes, softwares e base de dados). Na prática, ela dá suporte a decisões de gestão, transações, auditoria e demonstrações financeiras quando há necessidade de mensuração econômica defensável.

Não existe “obrigação universal” para todas as empresas o tempo todo — a exigência costuma surgir por evento e finalidade (ex.: auditoria, reorganização societária, financiamento, disputa judicial). Ou seja: a empresa “precisa” do laudo quando precisa comprovar valor justo ou valor de mercado de forma técnica e documentada para terceiros (auditores, bancos, sócios, juiz/árbitro, investidores).

Os usos mais comuns incluem: ajustar ativos a valor justo, avaliação de marca, incorporação de empresas, dissolução societária, garantias em financiamentos, apuração de custos reais, apuração de haveres em processos judiciais, inventário e gestão de ativos, avaliação de carteira de clientes e avaliação de softwares/banco de dados.

As abordagens mais usadas (e reconhecidas em valor justo) são:
>Abordagem de mercado (comparáveis)
>Abordagem de custo (ex.: custo de reposição, ajustado)
>Abordagem de receita (fluxos de caixa/benefícios econômicos do ativo)
A escolha depende do tipo de ativo, qualidade dos dados disponíveis e evidências de mercado observáveis.

Depende do ativo, mas normalmente envolve: inventário/listagem (com identificação), documentação de propriedade/registro, características técnicas (capacidade, estado, localização), histórico de aquisições e manutenções quando houver, e bases de dados/contratos quando o ativo for intangível (ex.: carteira de clientes, software). Quanto mais organizado, menor a chance de retrabalho e atraso.

>>Avaliação de ativos: estima o valor de bens/ativos específicos (tangíveis e intangíveis).
>>Avaliação patrimonial: normalmente foca no “retrato” do patrimônio, podendo envolver reclassificações e ajustes conforme objetivo (contábil, societário, judicial).
>>Valuation (empresa): estima o valor do negócio como um todo, a partir da capacidade futura de geração de caixa (não é a soma simples dos ativos).

Pelo CPC 46 (IFRS 13), valor justo é o preço de saída: o preço que seria recebido na venda de um ativo (ou pago na transferência de um passivo) em transação não forçada, entre participantes do mercado, na data de mensuração. Isso difere do valor contábil, que reflete registros históricos (custo, depreciação, etc.) e pode não representar o valor econômico atual.

Em geral, dá para avaliar:
>Ativos tangíveis/imobilizados: máquinas, equipamentos, imóveis, veículos, instalações, etc.
>Ativos intangíveis: marca, carteira de clientes, softwares, banco de dados, tecnologias e outros direitos econômicos identificáveis.

Sim — é uma aplicação comum: o laudo ajuda a documentar o valor do ativo para negociação com bancos e credores, especialmente quando há exigência de comprovação técnica do valor de mercado.

Um fluxo típico inclui:
>Reunião de abertura (escopo, prazo e pessoas)
>Levantamento de informações (checklist e entrevistas)
>Definição da metodologia mais indicada por tipo de ativo
>Execução da avaliação
>Elaboração do laudo
>Validação de minuta
>Ajustes e entrega final