Estruturamos alianças estratégicas onde duas ou mais empresas criam um novo negócio compartilhado. Ideal para projetos de expansão, inovação ou logística, com riscos e resultados divididos.
Às vezes, você não quer vender sua empresa, nem tem capital para comprar um concorrente inteiro. A Joint Venture é a solução cirúrgica para atacar uma oportunidade específica, permitindo que empresas complementares somem forças em estratégias comuns. É o modelo indicado quando você busca:
JV para viabilizar projetos intensivos em investimento e prazo (greenfield, expansão, infraestrutura), dividindo capital, risco de execução, demanda e responsabilidades operacionais.
JV para disputar e executar contratos complexos (infra, energia, saneamento, governo), combinando requisitos técnicos, garantias, capacidade financeira, histórico de entrega e governança.
JV quando regras setoriais, autorizações, concessões ou requisitos locais tornam a parceria a rota mais rápida e segura para operar e manter conformidade.
JV para entrar em novos estados/segmentos com parceiro que já domina canais, relacionamento e operação, reduzindo curva de aprendizado, custo de entrada e risco comercial.
JV para compartilhar CDs, transporte, last-mile e rede comercial, aumentando cobertura e nível de serviço, com ganhos de escala e redução de custo logístico.
JV para acelerar tração usando a base, contratos e canais do parceiro (ou vice-versa), alinhando exclusividade, precificação, atendimento, metas e incentivos comerciais.
JV para acessar ou co-desenvolver tecnologia crítica (IP, dados, automação, software), acelerar time-to-market e diluir custo de P&D, com regras claras de propriedade e uso.
Nossa metodologia neutra garante que a nova aliança estratégica tenha regras claras e seja eficiente.

Definimos o escopo exato da Joint Venture: o que ela vai fazer e, principalmente, o que ela não vai fazer (Non-Compete).

Quanto vale a tecnologia que a Empresa A está cedendo? Quanto vale o CD que a Empresa B está emprestando? Precificamos os ativos tangíveis e intangíveis.

Modelamos os cenários de retorno (ROI) da nova operação para garantir que a conta fecha para ambos os sócios.

O acordo prévio. Definimos quem manda em quê, quem indica o CEO e como serão distribuídos os dividendos.

Apoiamos a auditoria cruzada e o plano de Setup (início da operação), incluindo a transferência de tecnologia e ativos.




Divida o peso do investimento e multiplique a velocidade de expansão. Veja os ganhos práticos de uma aliança bem estruturada.
Entre em um novo país ou setor em meses, usando a estrutura pronta do parceiro, em vez de anos construindo do zero.
Divida o CAPEX (investimento) e o risco operacional. Se der errado, o prejuízo é compartilhado. Se der certo, o lucro é alavancado.
A JV é uma pessoa jurídica separada (SPE). Problemas na operação conjunta não contaminam o balanço da sua empresa principal.
Vamos estruturar a parceria ideal para dividir o peso e multiplicar o resultado.
Uma joint venture (JV) é um arranjo em que duas empresas combinam recursos (capital, know-how, canais, tecnologia) para desenvolver um negócio específico, normalmente com regras de governança e divisão de resultados. Em muitos casos, cria-se uma nova entidade para executar a iniciativa conjunta.
Quando as empresas buscam expansão com complementaridade: entrar em novos mercados ou paises, criar novos produtos, ampliar vendas na base atual, usar tecnologia em novos negócios ou estruturar fornecimento/logística em uma cadeia específica. A JV acelera execução quando cada parte traz uma peça “crítica” do quebra-cabeça.
Após a conversa inicial de “fit” e intenção real de avançar, e antes de qualquer troca de informação sensível (contribuições sobre clientes, margens, contratos, tecnologia e plano de negócio). Na prática, o NDA costuma vir junto do documento de intenção, antes de dados e desenho operacional.
Quando o objetivo é capturar sinergias e expansão sem exigir compra de controle ou integração total. Também quando o risco/complexidade de M&A é alto e a parceria permite testar mercado, produto ou canal com governança clara.
Você pode aprofundar o tema em conteúdos e canais de conhecimento da Valore Brasil (insights, vídeos, podcast, e-books) e acionar o contato com especialistas para discutir tese, complementariedade e viabilidade.
A viabilidade aparece quando o racional econômico fecha: sinergias estimadas superam custo, risco e esforço de implementação. O caminho típico envolve avaliar as empresas/ativos, estimar sinergias e testar a viabilidade econômico-financeira e do novo negócio em cenários.
Desalinhamento de objetivos e incentivos, disputa por governança e tomada de decisão, expectativas irreais, contribuições desequilibradas (capital, tecnologia, clientes) e ausência de regras de saída.
O MoU consolida premissas e termos-base (contribuições, lógica econômica, escopo, próximos passos) antes de diligência e documentação final. Ele reduz ruído, evita retrabalho e cria trilho de negociação para as partes avançarem com segurança.
Um fluxo robusto costuma seguir: entendimento e estratégia → avaliação das partes e sinergias → viabilidade econômico-financeira e de negócio → cenários → MoU → due diligence → formalização jurídica → plano de ação e transferência/implantação.
Trazer método e disciplina para transformar intenção em estrutura executável: premissas, valuation/sinergias, cronograma, documentação e coordenação das fases. Nós da Valore Brasil enfatizamos atuação ética, neutra e responsável com todas as partes — crucial em JV, onde governança e execução valem tanto quanto preço.
A Valore Brasil apoiou a ComSchool na modelagem financeira utilizada na operação com o Magalu, contribuindo com análises quantitativas, estruturação dos cenários e suporte técnico para embasar a tomada de decisão.
A Valore Brasil assessorou a incorporação entre Pratigel e Ponto Forte, com estudo de viabilidade, avaliação dos ativos, análise de sinergias operacionais e suporte à formalização da integração.
A Valore Brasil realizou mediação societária envolvendo a Cimento-Rio, conduzindo análises técnicas, avaliação de impactos e apoio estruturado para reequilíbrio entre sócios.
A Valore Brasil apoiou processo Buy-Side para expansão da Consinco, com mapeamento de targets, análise de mercado de ERP, modelagem financeira e suporte ao processo de diligência.
A Valore Brasil assessorou a Guidoni na aquisição da Seaquarz, realizando estudo internacional de mercado, análise de múltiplos, valuation e condução das negociações.
A Valore Brasil atuou em processo Buy-Side envolvendo o Gabarito Sistema de Ensino, com análise setorial, sinergias educacionais, avaliação financeira e suporte nas etapas negociais.
A Valore Brasil assessorou a Construconnect em processo Sell-Side, com realização de valuation de startup, estruturação da tese de investimento e suporte na negociação com a Bossanova.
A Valore Brasil assessorou a Reefercon em processo Sell-Side com a Hamburg Süd, incluindo preparação da empresa, análise de mercado e gestão da negociação no segmento de logística e cadeia fria.
A Valore Brasil atuou na fusão envolvendo a Droga Rede, realizando mediação estratégica, avaliação das estruturas, análise de sinergias e suporte ao processo de integração societária.
A Valore Brasil assessorou a reorganização societária por cisão, estruturando análises financeiras, estudos de impacto, modelagem e suporte à governança no agronegócio.
A Valore Brasil atuou na assessoria à Fazenda da Toca, com suporte estratégico em M&A no contexto de negócios do setor orgânico.
Em processo Buy-Side, a Valore Brasil apoiou a Passalacqua na aquisição da DTek com análise de sinergias, mapeamento de alternativas, valuation da alvo e estruturação da negociação.
A Valore Brasil conduziu a venda da b&b Engenharia para a Effico, utilizando metodologia própria de preparação, ajuste de indicadores, originação, estruturação negocial e suporte à due diligence no setor de saneamento e infraestrutura.
A Valore Brasil estruturou a entrada da Bossanova na Sardrones em processo Sell-Side para startup de drones, com análise de mercado, preparação de dados, estruturação da tese e apoio na negociação com investidor de venture capital.
A Valore Brasil assessorou o Sell-Side da Big Sistemas na venda para a Linx, realizando diagnóstico de atratividade, preparação financeira, materiais de M&A e coordenação das negociações com player estratégico do varejo.
A Valore Brasil assessorou a Beleza Soft em processo Sell-Side, com execução de valuation, revisão estratégica e gestão da negociação que resultou na aquisição pela Avec, no segmento de SaaS e beauty-tech.
A Valore Brasil assessorou a NewM Mobile no processo Sell-Side na transação com o Grupo Stefanini, aplicando expertise em M&A para software, mobile e soluções digitais, com condução de valuation, desenvolvimento das apresentações, gestão da negociação e apoio durante a due diligence.
A Valore Brasil conduziu a venda da Healthbit para a RD RaiaDrogasil, executando todo o processo de M&A Sell-Side, com análise de crescimento, avaliação do negócio, preparação de documentos e condução da agenda de due diligence com o comprador estratégico.
A Valore Brasil estruturou o Buy-Side do Grupo Priner na aquisição da Labteste, realizando originação estratégica, análise setorial, modelagem financeira e acompanhamento até o fechamento, reforçando experiência em serviços técnicos e laboratoriais.
A Valore Brasil assessorou os acionistas da Coala do Brasil em um processo de M&A Sell-Side completo, com elaboração de valuation, materiais de apresentação, abordagem sigilosa ao mercado e suporte técnico nas negociações com o Grupo MPR.
A Valore Brasil assessorou a Romar Metais no processo Buy-Side para aquisição da Fabrimar (Grupo Tigre), realizando avaliação estratégica, análise da operação industrial, estudo de múltiplos de mercado e apoio integral na negociação e estruturação do deal.
Em processo Buy-Side, a Valore Brasil assessorou o Grupo Priner na aquisição da Semar Inspection & NDT, realizando análise de riscos, entendimento aprofundado da tese e apoio nas fases negociais e de diligência técnica.
A Valore Brasil liderou o Sell-Side da Tililit ERP na operação com a Linx, aplicando expertise em software, ERP, SaaS, realizando valuation técnico, preparação documental e gestão do processo junto a investidor estratégico do setor de tecnologia.
No processo M&A Buy-Side, a Valore Brasil estruturou a tese de aquisição da Magazord, mapeou targets, realizou a análise estratégica de sinergias e coordenou o processo de negociação que resultou na aquisição da bw.commerce no segmento de tecnologia e e-commerce.
A Valore Brasil assessorou os acionistas da Pulmer em um processo estruturado de M&A Sell-Side, incluindo pré-diagnóstico financeiro, análise de mercado, originação competitiva e gestão da due diligence, até a transação com o fundo Pátria.
A Valore Brasil conduziu o processo completo de M&A Sell-Side da Welding para o Grupo Priner, aplicando metodologia proprietária de valuation, EBITDA ajustado, mapa de atratividade, preparação de materiais (teaser e infomemo) e negociação estratégica com compradores do setor industrial.