Fusões de empresas
Estruturamos a união estratégica entre companhias para criar gigantes setoriais. Da relação de troca de ações (Swap) ao acordo de acionistas, garantimos que a nova empresa nasça sólida e sem conflitos.
Cenários compatíveis
Enquanto concorrentes brigam por margem, a fusão permite que você mude de patamar instantaneamente. Diferente da aquisição pura, a fusão é a união de forças para dominar o mercado. Ela é a estratégia ideal quando você busca:
Diluir custos fixos administrativos e operacionais em uma base de receita maior, aumentando a margem líquida imediatamente.
Unir-se ao principal rival para cessar a guerra de preços e recuperar a rentabilidade do setor.
Uma empresa tem o Produto, a outra tem a Distribuição. Juntas, elas destravam valor que não conseguiriam sozinhas.
Famílias empresárias que se unem para criar uma S.A. mais robusta, com governança profissional para as próximas gerações.
Serve para organizar transição entre gerações, precificar quotas/ações e evitar conflito. Normalmente vem junto com reorganização patrimonial e acordo entre sócios.
Valuation entra para: regras de entrada/saída, buy-sell, tag/drag, preço em eventos de liquidez, resolução de impasses.
No mundo corporativo (médias e grandes), é bem recorrente por obrigação contábil: testar se goodwill/ativos ainda “se pagam” (valor recuperável).
Passo a passo
Nossa abordagem atende de forma ética, neutra e responsável com todas as partes.

Definimos o objetivo macro da união e o modelo de negócio da "Nova Companhia" (NewCo).

Avaliamos isoladamente a Empresa A e a Empresa B, e calculamos o valor das Sinergias (o ganho extra da união).

O momento crítico: definimos matematicamente qual a % de participação de cada sócio na nova estrutura, baseado no valor real que cada um aporta.

Modelamos 3 cenários (Pessimista, Base, Otimista) para testar se a fusão para em pé financeiramente.

Formalizamos as regras do jogo: governança, direitos de veto e política de dividendos no novo Acordo de Acionistas.

Planejamos o Post-Merger Integration: como unir culturas, sistemas e times sem paralisar a operação.
Experiência e impacto




O Impacto Prático
Mais do que somar faturamentos, criamos uma Nova Companhia com eficiência operacional e robustez financeira superiores
Com o volume somado, sua nova empresa ganha poder de barganha brutal sobre fornecedores, reduzindo o CMV imediatamente.
Bancos olham para a "Nova Companhia" com outros olhos. Balanços mais robustos acessam linhas de crédito mais baratas para expansão.
Grandes executivos querem trabalhar em líderes de mercado. A fusão coloca sua marca no radar dos melhores profissionais.
Vamos desenhar a arquitetura societária que une o melhor dos dois mundos.
Perguntas e respostas
Fusão costuma fazer mais sentido quando existe complementaridade real e intenção de construir uma escala conjunta (mercado, canais, portfólio).
Uma fusão é viável quando o racional econômico fecha: sinergias mensuráveis > custo e risco de integração. 1+1 precisa ser maior que 3.
A relação de troca nasce do valuation das empresas individuais e do valuation das sinergias, com premissas claras. O ponto de partida é a proporção que cada valuation tem na soma dos dois.
O mínimo é: números (financeiro e gerencial), estrutura societária, contratos relevantes, clientes e principais drivers operacionais.
Um fluxo robusto costuma seguir: NDA > estratégia → valuation individuais e da sinergia → viabilidade → alinhamento de termos → MoU/LOI → due diligence → contrato final → execução.
Trazer método e disciplina para transformar a intenção de combinar negócios em uma estrutura executável: premissas, valuation/sinergias, viabilidade, cronograma, documentação e coordenação das fases. Nós da Valore Brasil atuamos com postura ética, neutra e responsável com as partes — essencial em fusões, onde alinhamento entre sócios e execução valem tanto quanto os termos econômicos.
Em geral: contábil-financeira (qualidade de EBITDA/NOPAT), fiscal/tributária, trabalhista, jurídica, operacional/tecnologia e, quando aplicável, ambiental. A diligência valida premissas, identifica riscos e orienta ajustes de estrutura, preço e garantias de cada uma das empresas.
Os mais comuns são: falta de termos iniciais robustos (NDA e interesse), sinergias superestimadas, dependência de pessoas-chave e passivos ocultos.
Após a primeira conversa de “fit” e alinhamento inicial, e antes de trocar informações sensíveis (clientes, margens, contratos, tecnologia).
O ideal é assinar o NDA antes de enviar material detalhado e antes de abrir qualquer data room.
Vale consumir materiais sobre valuation, sinergias, governança e riscos para alinhar linguagem entre sócios e conselho. Em paralelo, conversar com especialistas ajuda a desenhar o processo, reduzir riscos e acelerar decisões.