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Due Diligence financeira: o que é analisado

A due diligence financeira é a análise que valida ou destrói o valuation negociado. É nessa etapa que o comprador para de olhar para os números que o vendedor apresentou e começa a olhar para os números que o negócio realmente produz. A diferença entre esses dois conjuntos de números é o que define se o preço acordado na carta de intenções vai sobreviver ao processo ou será renegociado para baixo.

Ao longo de mais de 15 anos conduzindo processos de valuation e M&A na Valore Brasil, vi esse processo de perto dos dois lados da mesa. Do lado do vendedor, o impacto de cada achado no preço final. Do lado do processo, o que separa uma due diligence que confirma o valuation de uma que o contesta. Neste artigo explico o que é analisado na due diligence financeira, quais documentos são solicitados, o que muda para startups e como o empresário pode se preparar para proteger o valor que negociou.

Resposta rápida

O que é due diligence financeira?

Due diligence financeira é o processo de verificação e análise profunda das informações financeiras de uma empresa antes de uma transação de M&A ou captação de investimento. Seu objetivo central é responder quatro perguntas: o EBITDA reportado é real e recorrente? Existem passivos financeiros não declarados? O capital de giro é compatível com as projeções? As premissas do valuation são defensáveis? Cada resposta negativa a uma dessas perguntas é um argumento para reduzir o preço ou incluir cláusulas de proteção.

Para startups, a due diligence financeira acrescenta camadas adicionais: unit economics (CAC, LTV, churn), qualidade da receita recorrente (MRR/ARR) e runway de caixa.

Quality of Earnings: a análise mais crítica da due diligence financeira

A análise de Quality of Earnings, ou QoE, é o coração da due diligence financeira em qualquer transação de M&A. Seu objetivo é separar o EBITDA reportado do EBITDA recorrente e sustentável do negócio. Essa diferença é o que o comprador usa para calcular o valor justo da empresa. Um EBITDA reportado de R$ 5 milhões que, após a análise de QoE, resulta em um EBITDA normalizado de R$ 3,5 milhões representa uma redução de 30% na base do valuation e, consequentemente, no preço final da transação.

A análise de QoE examina três dimensões principais do resultado financeiro. A primeira é a recorrência: quanto do resultado reportado vem de receitas e despesas que se repetem de forma consistente e quanto vem de eventos pontuais que não se repetirão. A segunda é a normalização: ajustes necessários para refletir a realidade operacional sustentável do negócio, como pró-labore abaixo do mercado, despesas pessoais dos sócios lançadas como operacionais e benefícios não monetários. A terceira é a sustentabilidade: se o resultado projetado pode ser mantido com a estrutura operacional existente ou se depende de fatores que podem mudar após a transação.

Como o EBITDA reportado se transforma em EBITDA normalizado

Tipo de ajuste

Direção

Exemplo prático

Pró-labore abaixo do mercado

Reduz o EBITDA

Sócio se remunera com R$ 15k/mês em empresa que precisaria de um CEO de mercado a R$ 40k/mês.

Despesas pessoais operacionalizadas

Reduz o EBITDA

Veículos, viagens, seguros e outras despesas pessoais dos sócios lançadas como despesas operacionais da empresa.

Receita não recorrente

Reduz o EBITDA

Venda de ativo imobilizado, multa contratual recebida, contrato pontual que não se renova.

Despesa não recorrente

Aumenta o EBITDA

Custo de reestruturação, honorários jurídicos de litígio encerrado, despesa de mudança de sede.

Pró-labore acima do mercado

Aumenta o EBITDA

Sócio se remunera acima do valor de mercado para a função. O excedente é revertido como ajuste positivo ao EBITDA.

Ponto-chave sobre QoE: o empresário vendedor que apresenta os ajustes proativamente, com documentação e justificativa, controla a narrativa. O empresário que deixa o comprador encontrar esses ajustes sozinho perde o controle sobre como cada item será interpretado e precificado.

Análise de capital de giro e ciclo financeiro

A análise de capital de giro é uma das dimensões mais subestimadas da due diligence financeira pelo empresário vendedor e uma das mais importantes para o comprador. Um negócio com EBITDA positivo e crescente pode ter uma necessidade estrutural de capital de giro que consome caixa de forma significativa à medida que cresce. O comprador precisa entender quanto capital adicional será necessário para sustentar o crescimento projetado.

O ciclo financeiro é calculado pela fórmula: Ciclo Financeiro = PMR + PME − PMP, onde PMR é o prazo médio de recebimento de clientes, PME é o prazo médio de estocagem e PMP é o prazo médio de pagamento a fornecedores. Uma empresa que recebe em 90 dias, mantém estoque por 30 dias e paga fornecedores em 30 dias tem um ciclo financeiro de 90 dias. Para cada real adicional de receita, ela precisa financiar 90 dias de operação. O PME é frequentemente omitido em análises simplificadas, mas é essencial em empresas industriais e distribuidoras, onde o giro de estoque tem impacto relevante na necessidade de capital de giro. Em um negócio que cresce 30% ao ano com esse ciclo, a necessidade adicional de capital de giro pode ser significativa e precisa estar prevista no modelo de valuation.

O que o comprador verifica no capital de giro

Aging de contas a receber: concentração de inadimplência, clientes com pagamento em atraso relevante e provisão para devedores duvidosos (PDD) adequada à realidade da carteira.

Giro de estoques: obsolescência, itens sem movimentação há mais de 180 dias e adequação do nível de estoque ao volume de vendas atual e projetado.

Capital de giro normalizado: cálculo do NWC (Net Working Capital) médio dos últimos 12 meses ajustado por sazonalidade, para determinar o nível de capital de giro que será entregue na transação.

Adiantamentos de clientes e receita diferida: identificação de receitas antecipadas registradas que ainda não foram prestadas, o que representa uma obrigação futura do negócio.

Debt-like items e cash-like items: o que impacta o preço final

Dois conceitos técnicos que aparecem em qualquer due diligence financeira séria e que impactam diretamente o valor que o vendedor recebe no fechamento: debt-like items e cash-like items. São os itens que o comprador vai incluir ou excluir do cálculo da dívida líquida da empresa para ajustar o preço de compra.

Debt-like items

Itens que funcionam como dívida e são subtraídos do preço de compra, mesmo que não apareçam como endividamento no balanço tradicional.

Empréstimos de sócios sem contrato formalizado

Contingências fiscais e trabalhistas sem provisão

Garantias prestadas em contratos de terceiros

Passivos ambientais não provisionados

Obrigações de leasing e arrendamentos (IFRS 16)

Compromissos de CAPEX já contratados

Impacto: subtraídos do preço de compra no closing.

Cash-like items

Itens que funcionam como caixa e são somados ao preço de compra, mesmo que não estejam nas contas de caixa e equivalentes do balanço.

Depósitos judiciais relacionados a processos favoráveis

Créditos tributários a recuperar com alta probabilidade

Aplicações financeiras de liquidez imediata

Ativos a receber de partes relacionadas com vencimento próximo

Restituições fiscais confirmadas e a receber

Impacto: somados ao preço de compra no closing.

A negociação de quais itens são classificados como debt-like ou cash-like é um dos pontos mais técnicos e mais impactantes do fechamento. O empresário vendedor sem assessoria especializada tende a aceitar a lista proposta pelo comprador sem contestar itens que poderiam ser classificados de forma diferente. Uma diferença de R$ 1 milhão na classificação de debt-like items é uma diferença de R$ 1 milhão no cheque que o vendedor recebe.

Está passando por uma due diligence financeira e precisa entender como os debt-like items impactam o seu preço?

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Documentos financeiros solicitados e como organizar o data room

A organização do data room financeiro é o que define o ritmo da due diligence. Um data room bem estruturado reduz o número de pedidos adicionais de documentos, acelera o processo e transmite profissionalismo ao comprador. Um data room desorganizado gera múltiplas rodadas de solicitações, atrasa o processo e aumenta a percepção de risco do comprador sobre a qualidade da gestão da empresa.

Checklist financeiro para o data room

1. Demonstrações financeiras históricas

Balanço patrimonial dos últimos 3 a 5 anos (auditados ou revisados por contador externo)

DRE (Demonstração de Resultado do Exercício) anual e mensal dos últimos 3 a 5 anos

Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) dos últimos 3 anos

Balancetes mensais dos últimos 12 a 24 meses

Notas explicativas (quando disponíveis)

2. EBITDA e ajustes

Memória de cálculo do EBITDA ajustado com documentação de cada ajuste

Justificativa e suporte documental para todos os itens não recorrentes

Comparativo entre EBITDA reportado e EBITDA ajustado por ano

Abertura de custos fixos e variáveis por categoria

3. Receita e base de clientes

Abertura de receita por cliente (top 20 com percentual do total)

Abertura de receita por produto, serviço ou linha de negócio

Histórico de churn e taxa de retenção de clientes

Pipeline de novos contratos com probabilidade de fechamento

Contratos vigentes com os principais clientes (incluindo prazos de vigência)

4. Capital de giro e endividamento

Aging de contas a receber (por faixas de vencimento: 0-30, 31-60, 61-90, 90+ dias)

Lista completa de estoques com valor e giro

Aging de contas a pagar por fornecedor

Lista completa de endividamento: saldo, taxa, prazo e garantias de cada contrato

Garantias prestadas em operações financeiras ou contratos comerciais

Conciliações bancárias dos últimos 12 meses

5. Projeções e premissas

Modelo financeiro com projeções de receita, custos e EBITDA (3 a 5 anos)

Documentação das premissas de crescimento de receita com base histórica

Projeção de CAPEX para os próximos 3 anos

Análise de sensibilidade para os principais drivers de resultado

Red flags financeiros que travam ou reduzem transações

Alguns achados da due diligence financeira têm impacto maior do que o valor financeiro que representam. Eles afetam a confiança do comprador sobre a qualidade da gestão e a confiabilidade de todos os números apresentados. Conhecer esses pontos críticos permite ao empresário resolvê-los antes de iniciar o processo de venda.

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Inconsistência entre receita fiscal e receita contábil

Quando o faturamento declarado nas notas fiscais não corresponde ao registrado na contabilidade, o comprador questiona a confiabilidade de todos os números. Pode ter origens legítimas como diferenças de competência contábil, mas precisa ser explicado com documentação clara antes da due diligence começar.

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Caixa positivo mas fluxo de caixa livre negativo

Uma empresa pode ter EBITDA robusto e ainda assim ter fluxo de caixa livre negativo por conta de capital de giro elevado ou CAPEX intensivo. O comprador que identifica esse padrão vai questionar a sustentabilidade das projeções de crescimento sem aporte de capital adicional.

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Crescimento de receita sem crescimento proporcional de caixa

Empresas que crescem rapidamente mas não conseguem converter esse crescimento em caixa costumam ter problemas de ciclo financeiro. O comprador vai analisar a qualidade do crescimento e a eficiência na gestão do capital de giro antes de validar as projeções apresentadas.

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Receivables com prazo muito diferente do praticado pelo setor

Prazo médio de recebimento muito superior ao padrão do setor pode indicar concentração de inadimplência não provisionada, extensão artificial de prazo para clientes em dificuldade financeira ou receitas antecipadas que não serão realizadas.

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Operações relevantes com partes relacionadas fora das condições de mercado

Vendas para empresas dos sócios a preços abaixo do mercado, compras de insumos de empresas relacionadas acima do valor de mercado ou pagamentos de aluguéis a sócios sem laudo de avaliação. Essas operações distorcem o resultado real da empresa e precisam ser normalizadas.

Due diligence financeira em startups: o que muda

A due diligence financeira em startups segue a mesma lógica das empresas tradicionais, mas com métricas e frameworks específicos do modelo de negócio de tecnologia e crescimento acelerado. Fundos de venture capital e investidores de growth equity têm critérios de análise distintos dos compradores estratégicos de empresas maduras. Entender essas diferenças é o que permite ao fundador de startup chegar a uma rodada de captação preparado.

Métrica

O que o investidor analisa

Red flag

MRR / ARR

Consistência e qualidade da receita recorrente mensal e anual. Tendência de crescimento nos últimos 12 meses.

MRR volátil ou com crescimento artificial por promoções e descontos não sustentáveis.

Churn rate

Taxa de cancelamento de clientes e receita. O churn de receita (MRR Churn) é mais relevante que o churn de clientes. Investidores usam o churn anual como referência principal.

Churn anual acima de 10 a 15% para SaaS B2B. Atenção: churn mensal de 3% equivale a ~30% ao ano. Sempre especifique a periodicidade.

CAC

Custo de aquisição de cliente por canal. Tendência do CAC ao longo do tempo (crescendo ou estabilizando).

CAC crescendo mais rápido que o LTV. Payback varia por segmento: SMB até 12 meses, mid-market até 18 meses, enterprise até 24 meses.

LTV / CAC

Razão entre o valor do ciclo de vida do cliente e o custo de adquiri-lo. Indica a eficiência do modelo de negócio.

LTV/CAC abaixo de 3x (benchmark SaaStr/David Skok). Sempre questione a taxa de desconto usada no LTV: sem ela, o índice pode ser superestimado.

Runway

Quantos meses a startup consegue operar com o caixa atual sem nova captação. Burn rate mensal e tendência.

Runway abaixo de 12 meses coloca a startup em posição de negociação desfavorável com investidores.

Para startups em estágio pré-receita ou com histórico financeiro curto, a due diligence financeira se apoia mais em dados operacionais e métricas de produto do que em demonstrações financeiras históricas. O investidor vai verificar a coerência entre as métricas apresentadas e o modelo de negócio, a qualidade dos dados que sustentam as projeções e a capacidade do time de gestão de interpretar e tomar decisões com base nos próprios números.

Como a Valore Brasil conduz a preparação financeira para due diligence

A preparação financeira para due diligence começa pelo mesmo processo que conduzimos no valuation: análise da qualidade dos resultados históricos, normalização do EBITDA, mapeamento de passivos e construção das projeções com premissas documentadas. Quando o valuation é feito com esse rigor, a due diligence financeira tende a confirmar os números em vez de contestá-los, porque o comprador não encontra nada que o vendedor não tenha já identificado e contextualizado.

Ao longo dos processos de M&A sell-side que conduzimos, o empresário que chega à due diligence com o EBITDA normalizado documentado, o data room organizado e os passivos mapeados tem uma vantagem decisiva: ele controla a narrativa. Cada ponto que o comprador levanta encontra uma resposta preparada, não uma surpresa. São mais de 15 anos de atuação, mais de R$ 4 bilhões em transações assessoradas e mais de 1.000 projetos de M&A e valuation realizados, documentados no nosso track record de transações.

Veja também os outros artigos do cluster: o que é due diligence e due diligence na venda de empresa.

Sua empresa está financeiramente pronta para uma due diligence?

A Valore Brasil prepara o EBITDA normalizado, organiza o data room e acompanha o processo do lado do vendedor, do valuation ao closing. Atendimento para empresas com faturamento a partir de R$ 3 milhões.

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Cadastro para a Imersão Valuation Ribeirão Preto

Magalu e ComSchool — M&A Sell-Side

A Valore Brasil apoiou a ComSchool na modelagem financeira utilizada na operação com o Magalu, contribuindo com análises quantitativas, estruturação dos cenários e suporte técnico para embasar a tomada de decisão.

Pratigel e Ponto Forte — Incorporação

A Valore Brasil assessorou a incorporação entre Pratigel e Ponto Forte, com estudo de viabilidade, avaliação dos ativos, análise de sinergias operacionais e suporte à formalização da integração.

Cimento-Rio — Mediação Societária

A Valore Brasil realizou mediação societária envolvendo a Cimento-Rio, conduzindo análises técnicas, avaliação de impactos e apoio estruturado para reequilíbrio entre sócios.

Consinco — M&A Buy-Side

A Valore Brasil apoiou processo Buy-Side para expansão da Consinco, com mapeamento de targets, análise de mercado de ERP, modelagem financeira e suporte ao processo de diligência.

Guidoni e Seaquarz — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Guidoni na aquisição da Seaquarz, realizando estudo internacional de mercado, análise de múltiplos, valuation e condução das negociações.

Gabarito Sistema de Ensino — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou em processo Buy-Side envolvendo o Gabarito Sistema de Ensino, com análise setorial, sinergias educacionais, avaliação financeira e suporte nas etapas negociais.

Bossanova e Construconnect — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Construconnect em processo Sell-Side, com realização de valuation de startup, estruturação da tese de investimento e suporte na negociação com a Bossanova.

Hamburg Süd e Reefercon — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Reefercon em processo Sell-Side com a Hamburg Süd, incluindo preparação da empresa, análise de mercado e gestão da negociação no segmento de logística e cadeia fria.

Droga Rede — Fusão

A Valore Brasil atuou na fusão envolvendo a Droga Rede, realizando mediação estratégica, avaliação das estruturas, análise de sinergias e suporte ao processo de integração societária.

AGROFITO, AgriVitta e AGROTOLEDO — Cisão

A Valore Brasil assessorou a reorganização societária por cisão, estruturando análises financeiras, estudos de impacto, modelagem e suporte à governança no agronegócio.

Fazenda da Toca Orgânicos — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou na assessoria à Fazenda da Toca, com suporte estratégico em M&A no contexto de negócios do setor orgânico.

Passalacqua e DTek — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil apoiou a Passalacqua na aquisição da DTek com análise de sinergias, mapeamento de alternativas, valuation da alvo e estruturação da negociação.

Effico e b&b Engenharia — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da b&b Engenharia para a Effico, utilizando metodologia própria de preparação, ajuste de indicadores, originação, estruturação negocial e suporte à due diligence no setor de saneamento e infraestrutura.

Bossanova e Sardrones — M&A Sell-Side

A Valore Brasil estruturou a entrada da Bossanova na Sardrones em processo Sell-Side para startup de drones, com análise de mercado, preparação de dados, estruturação da tese e apoio na negociação com investidor de venture capital.

Linx e Big Sistemas — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou o Sell-Side da Big Sistemas na venda para a Linx, realizando diagnóstico de atratividade, preparação financeira, materiais de M&A e coordenação das negociações com player estratégico do varejo.

Avec e Beleza Soft — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Beleza Soft em processo Sell-Side, com execução de valuation, revisão estratégica e gestão da negociação que resultou na aquisição pela Avec, no segmento de SaaS e beauty-tech.

Stefanini Group e NewM Mobile — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a NewM Mobile no processo Sell-Side na transação com o Grupo Stefanini, aplicando expertise em M&A para software, mobile e soluções digitais, com condução de valuation, desenvolvimento das apresentações, gestão da negociação e apoio durante a due diligence.

Healthbit e RD RaiaDrogasil — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da Healthbit para a RD RaiaDrogasil, executando todo o processo de M&A Sell-Side, com análise de crescimento, avaliação do negócio, preparação de documentos e condução da agenda de due diligence com o comprador estratégico.

Grupo Priner e Labteste — M&A Buy-Side

A Valore Brasil estruturou o Buy-Side do Grupo Priner na aquisição da Labteste, realizando originação estratégica, análise setorial, modelagem financeira e acompanhamento até o fechamento, reforçando experiência em serviços técnicos e laboratoriais.

Coala do Brasil e MPR — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Coala do Brasil em um processo de M&A Sell-Side completo, com elaboração de valuation, materiais de apresentação, abordagem sigilosa ao mercado e suporte técnico nas negociações com o Grupo MPR.

Romar Metais e Fabrimar (Grupo Tigre) — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Romar Metais no processo Buy-Side para aquisição da Fabrimar (Grupo Tigre), realizando avaliação estratégica, análise da operação industrial, estudo de múltiplos de mercado e apoio integral na negociação e estruturação do deal.

Grupo Priner e Semar Inspection & NDT — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil assessorou o Grupo Priner na aquisição da Semar Inspection & NDT, realizando análise de riscos, entendimento aprofundado da tese e apoio nas fases negociais e de diligência técnica.

Tililit ERP e Linx — M&A Sell-Side

A Valore Brasil liderou o Sell-Side da Tililit ERP na operação com a Linx, aplicando expertise em software, ERP, SaaS, realizando valuation técnico, preparação documental e gestão do processo junto a investidor estratégico do setor de tecnologia.

Magazord e bw.commerce — M&A Buy-Side

No processo M&A Buy-Side, a Valore Brasil estruturou a tese de aquisição da Magazord, mapeou targets, realizou a análise estratégica de sinergias e coordenou o processo de negociação que resultou na aquisição da bw.commerce no segmento de tecnologia e e-commerce.

Pulmer Distribuidora e Pátria — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Pulmer em um processo estruturado de M&A Sell-Side, incluindo pré-diagnóstico financeiro, análise de mercado, originação competitiva e gestão da due diligence, até a transação com o fundo Pátria.

Welding e Priner — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu o processo completo de M&A Sell-Side da Welding para o Grupo Priner, aplicando metodologia proprietária de valuation, EBITDA ajustado, mapa de atratividade, preparação de materiais (teaser e infomemo) e negociação estratégica com compradores do setor industrial.