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Due Diligence na Venda de Empresa: O Que o Comprador investiga

Você passou meses negociando. Chegou a um acordo de preço. Assinou a carta de intenções. E então o comprador diz: agora vamos fazer a due diligence. Para muitos empresários, esse é o momento em que o processo de venda começa a parecer ameaçador. Com razão. A due diligence na venda de empresa é a fase em que mais valor é perdido em transações de M&A no Brasil, não por má-fé do comprador, mas porque o vendedor chega a essa etapa sem saber o que vai ser analisado e sem ter se preparado para isso.

Ao longo de mais de 15 anos conduzindo processos de M&A sell-side na Valore Brasil, acompanhei dezenas de empresários passarem pela due diligence. Os que chegaram preparados mantiveram o preço. Os que não chegaram, negociaram em desvantagem até o closing. A diferença entre os dois grupos não era o negócio em si. Era o nível de preparação.

Resposta rápida

O que o comprador investiga na due diligence durante a venda de uma empresa?

O comprador investiga quatro dimensões principais: as finanças (qualidade do EBITDA, fluxo de caixa, endividamento e base de clientes), os aspectos jurídicos (contratos, litígios e estrutura societária), a situação fiscal e tributária (conformidade dos últimos cinco anos e contingências em aberto) e os aspectos trabalhistas (vínculos, processos e terceirizações). O objetivo declarado é confirmar o que foi apresentado. O efeito prático é identificar argumentos para reduzir o preço acordado na LOI.

O empresário que entende o que será investigado pode se preparar antes do processo começar, o que é o único caminho para chegar ao closing com o valor acordado intacto.

O que muda quando a LOI é assinada

A Carta de Intenções, ou LOI (Letter of Intent), marca o fim da fase de negociação inicial e o início da fase de verificação. Com a LOI assinada, o comprador tem acesso formal e controlado às informações da empresa. É nesse momento que o time de auditores, advogados e consultores do comprador entram em campo para verificar, linha por linha, tudo o que foi apresentado durante a negociação.

O preço acordado na LOI não é o preço final. É o preço máximo que o comprador pagará se tudo o que foi apresentado for verdadeiro e confirmado. Cada problema encontrado durante a due diligence é um argumento técnico para reduzir esse valor ou incluir cláusulas que transferem o risco para o vendedor. Para entender o processo completo de due diligence do ponto de vista conceitual, leia o artigo o que é due diligence.

A lógica do comprador na due diligence: ele já tem um preço acordado. Cada problema que encontra é um argumento para reduzir esse preço ou incluir proteções contratuais. O vendedor que apresentou os problemas antes tem muito mais controle sobre como eles serão tratados do que o vendedor que deixou o comprador descobri-los sozinho.

Os quatro pilares do que o comprador investiga

A due diligence em uma venda de empresa cobre quatro dimensões principais. Em transações maiores, equipes especializadas conduzem cada dimensão em paralelo. Em transações de médio porte, o mesmo time pode cobrir múltiplas frentes. O empresário precisa entender o que será analisado em cada uma delas.

1. Financeira: onde o valuation é confirmado ou contestado

A due diligence financeira é o eixo central do processo. O comprador quer saber se o EBITDA apresentado é real e recorrente, ou se está inflado por itens não recorrentes que não se repetirão após a transação. Vai verificar o fluxo de caixa dos últimos três anos, a composição da receita por cliente, o nível de endividamento completo (incluindo dívidas com sócios e partes relacionadas) e o ciclo de capital de giro.

O que será solicitado: balanços e DREs dos últimos 3 a 5 anos, fluxo de caixa realizado, abertura de receita por cliente, contratos de dívida, conciliações bancárias e balancetes mensais.

Risco mais comum para o vendedor: EBITDA ajustado pelo comprador resultar menor do que o apresentado na negociação.

2. Jurídica: onde os contratos escondem os riscos

O comprador vai revisar todos os contratos relevantes com clientes, fornecedores e parceiros. A atenção especial vai para cláusulas de change of control, que permitem ao outro lado rescindir o contrato automaticamente em caso de mudança de controle da empresa. Um contrato com cliente importante que prevê essa cláusula pode comprometer uma parte significativa do valuation. Litígios em andamento, estrutura societária e propriedade intelectual também são analisados.

O que será solicitado: contratos com os principais clientes e fornecedores, contrato social atualizado, atas de assembleias, acordos de sócios e mapeamento de processos judiciais.

Risco mais comum para o vendedor: cláusula de change of control em contrato de cliente relevante descoberta pelo comprador durante o processo.

3. Fiscal e tributária: onde os passivos ocultos aparecem

A due diligence fiscal verifica a conformidade tributária dos últimos cinco anos. Autuações em aberto, parcelamentos fiscais, regime tributário, adequação das declarações de IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e obrigações acessórias são analisados com detalhe. Passivos fiscais não provisionados são um dos achados mais comuns e mais impactantes no preço. O comprador que assume esses passivos vai querer deduzir o valor estimado do preço de compra.

O que será solicitado: SPED contábil e fiscal, certidões negativas federais, estaduais e municipais, declarações de IRPJ dos últimos cinco anos e documentação de parcelamentos em andamento.

Risco mais comum para o vendedor: contingências fiscais relevantes sem provisão adequada identificadas durante o processo.

4. Trabalhista: onde os passivos adormecidos surgem

A due diligence trabalhista avalia contratos de trabalho, políticas de jornada, terceirizações, processos trabalhistas em andamento e obrigações previdenciárias. Vínculos empregatícios não formalizados, terceirizações irregulares e passivos trabalhistas não provisionados são passivos que surgem com frequência no pós-fechamento quando não mapeados antes da transação.

O que será solicitado: folha de pagamento, contratos de trabalho dos colaboradores-chave, relação de processos trabalhistas e contratos de terceirização.

Risco mais comum para o vendedor: terceirizações irregulares ou vínculos informais que geram passivos relevantes no pós-closing.

Como a due diligence reduz o preço na prática

A redução de preço durante a due diligence raramente acontece de forma abrupta. Ela ocorre por meio de mecanismos contratuais específicos que o comprador propõe com base nos achados do processo. Conhecer esses mecanismos é o que permite ao empresário vendedor avaliar se a proposta do comprador é justa ou superestimada.

Achado na due diligence

Mecanismo usado

Impacto para o vendedor

EBITDA ajustado menor que o reportado

Renegociação do preço base

Redução proporcional ao múltiplo acordado. EBITDA 15% menor com múltiplo de 6x = preço 15% menor.

Passivo fiscal não provisionado

Escrow ou desconto direto

Parte do preço retida em conta escrow até resolução do passivo, ou desconto imediato no valor de fechamento.

Receita concentrada em poucos clientes

Redução de múltiplo ou earn-out

Múltiplo menor aplicado ao EBITDA, ou parte do preço condicionada à retenção dos clientes-chave após o fechamento.

Dívidas não declaradas

Ajuste de dívida líquida

Abatimento direto do preço de venda pelo valor das dívidas não informadas encontradas durante o processo.

Cláusula de change of control em contrato relevante

Earn-out ou redução de preço

Parte do preço condicionada à renovação do contrato pelo cliente após a mudança de controle, ou desconto imediato pelo risco de perda da receita.

Está com uma due diligence chegando e quer entender quais pontos da sua empresa representam risco de redução de preço?

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Os red flags mais comuns que o vendedor não vê

Ao longo dos processos que conduzi, alguns problemas aparecem com frequência consistente. O que torna esses pontos particularmente perigosos é que o empresário raramente os reconhece como riscos antes de a due diligence começar, porque fazem parte do funcionamento normal do seu negócio há anos.

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Pró-labore muito abaixo do mercado

Um dos ajustes mais frequentes. Quando o sócio-fundador se remunera com R$ 10 mil por mês numa empresa que faturou R$ 20 milhões, o EBITDA está artificialmente inflado. O comprador vai recalcular o EBITDA com o custo real de contratar um gestor de mercado para aquela função, reduzindo a base do valuation.

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Despesas pessoais lançadas como operacionais

Viagens, veículos, seguros pessoais e outras despesas do sócio registradas na empresa são identificadas durante a due diligence e removidas do EBITDA. Se não forem apresentadas proativamente como ajustes positivos pelo vendedor, o comprador as trata como sinal de que outros problemas podem existir.

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Receitas não recorrentes no período analisado

Uma venda pontual de ativo, um contrato que não se renova, uma receita de multa contratual. Qualquer item que tenha inflado o resultado de um ano específico sem perspectiva de repetição será retirado do EBITDA normalizado. O empresário que não sinalizou esses itens antes da due diligence parece estar tentando esconder algo.

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Dependência de um cliente ou fornecedor

Quando um único cliente representa mais de 25% da receita, o comprador enxerga um risco estrutural que vai impactar o múltiplo aplicado. O mesmo vale para fornecedores únicos ou contratos de locação de imóvel que vencem em prazo próximo sem garantia de renovação.

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Contabilidade com lançamentos sem suporte documental

Despesas sem nota fiscal, transferências entre contas sem registro adequado, adiantamentos para sócios sem contrato. Qualquer inconsistência contábil coloca em dúvida a confiabilidade de todos os números apresentados e pode comprometer a credibilidade do empresário perante o comprador.

Como o empresário deve se preparar antes do processo

A preparação para a due diligence começa antes do processo de venda ser iniciado, não quando o comprador chega. O empresário que espera a chegada da request list para começar a organizar a documentação enfrenta dois problemas simultâneos: falta de tempo e a percepção de risco que a desorganização transmite ao comprador.

1

Antes de tudo

Faça uma due diligence interna

Olhe para o próprio negócio com os olhos do comprador. Identifique inconsistências, passivos não provisionados e contratos problemáticos antes que o comprador os encontre. Cada problema identificado pelo vendedor tem solução. Cada problema descoberto pelo comprador vira argumento de redução de preço.

2

Finanças

Calcule e documente o EBITDA ajustado

Identifique todos os ajustes ao EBITDA reportado: pró-labore acima do mercado que será normalizado, despesas pessoais, itens não recorrentes. Documente cada ajuste com justificativa e suporte. Ajustes bem documentados são aceitos. Ajustes sem documentação são contestados.

3

Passivos

Mapeie tudo antes do comprador encontrar

Levantar todas as dívidas, contingências fiscais, trabalhistas e judiciais. Para cada passivo, definir como será tratado na negociação: assumido pelo vendedor, descontado do preço ou garantido por escrow. Um passivo apresentado pelo vendedor tem muito menos impacto do que o mesmo passivo descoberto pelo comprador.

4

Data room

Monte o repositório antes do comprador chegar

Organizar todos os documentos em estrutura clara e indexada, pronta para compartilhamento controlado. Um data room bem estruturado acelera o processo, reduz o número de pedidos adicionais e demonstra profissionalismo, o que por si só reduz a percepção de risco do comprador.

O papel da assessoria de M&A na due diligence do vendedor

O comprador tem um time de auditores, advogados e assessores financeiros do lado dele. O empresário que enfrenta a due diligence sem assessoria está em desvantagem estrutural desde o primeiro pedido de documento. Cada achado do comprador chega como um fato. Sem alguém com experiência em M&A do lado do vendedor, é muito difícil saber o que contestar, o que aceitar e como negociar o impacto de cada ponto no preço final.

Na Valore Brasil, atuo exclusivamente do lado do empresário que vende. Preparamos o empresário antes do processo, organizamos o data room, revisamos os ajustes ao EBITDA e acompanhamos cada rodada de perguntas do comprador. Quando um achado da due diligence é superestimado ou incorreto, sabemos como contestar com argumento técnico. São mais de 15 anos de atuação, mais de R$ 4 bilhões em transações assessoradas e mais de 1.000 projetos de M&A e valuation realizados, com histórico documentado no nosso track record de transações.

Veja também os artigos relacionados do cluster de due diligence: o que é due diligence e due diligence financeira: documentos e checklist.

Está pensando em vender sua empresa? A due diligence começa antes do comprador aparecer.

A Valore Brasil prepara empresários para processos de M&A de ponta a ponta. Representação exclusiva do lado do vendedor, do valuation ao closing. Atendimento para empresas com faturamento a partir de R$ 3 milhões.

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Cadastro para a Imersão Valuation Ribeirão Preto

Magalu e ComSchool — M&A Sell-Side

A Valore Brasil apoiou a ComSchool na modelagem financeira utilizada na operação com o Magalu, contribuindo com análises quantitativas, estruturação dos cenários e suporte técnico para embasar a tomada de decisão.

Pratigel e Ponto Forte — Incorporação

A Valore Brasil assessorou a incorporação entre Pratigel e Ponto Forte, com estudo de viabilidade, avaliação dos ativos, análise de sinergias operacionais e suporte à formalização da integração.

Cimento-Rio — Mediação Societária

A Valore Brasil realizou mediação societária envolvendo a Cimento-Rio, conduzindo análises técnicas, avaliação de impactos e apoio estruturado para reequilíbrio entre sócios.

Consinco — M&A Buy-Side

A Valore Brasil apoiou processo Buy-Side para expansão da Consinco, com mapeamento de targets, análise de mercado de ERP, modelagem financeira e suporte ao processo de diligência.

Guidoni e Seaquarz — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Guidoni na aquisição da Seaquarz, realizando estudo internacional de mercado, análise de múltiplos, valuation e condução das negociações.

Gabarito Sistema de Ensino — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou em processo Buy-Side envolvendo o Gabarito Sistema de Ensino, com análise setorial, sinergias educacionais, avaliação financeira e suporte nas etapas negociais.

Bossanova e Construconnect — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Construconnect em processo Sell-Side, com realização de valuation de startup, estruturação da tese de investimento e suporte na negociação com a Bossanova.

Hamburg Süd e Reefercon — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Reefercon em processo Sell-Side com a Hamburg Süd, incluindo preparação da empresa, análise de mercado e gestão da negociação no segmento de logística e cadeia fria.

Droga Rede — Fusão

A Valore Brasil atuou na fusão envolvendo a Droga Rede, realizando mediação estratégica, avaliação das estruturas, análise de sinergias e suporte ao processo de integração societária.

AGROFITO, AgriVitta e AGROTOLEDO — Cisão

A Valore Brasil assessorou a reorganização societária por cisão, estruturando análises financeiras, estudos de impacto, modelagem e suporte à governança no agronegócio.

Fazenda da Toca Orgânicos — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou na assessoria à Fazenda da Toca, com suporte estratégico em M&A no contexto de negócios do setor orgânico.

Passalacqua e DTek — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil apoiou a Passalacqua na aquisição da DTek com análise de sinergias, mapeamento de alternativas, valuation da alvo e estruturação da negociação.

Effico e b&b Engenharia — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da b&b Engenharia para a Effico, utilizando metodologia própria de preparação, ajuste de indicadores, originação, estruturação negocial e suporte à due diligence no setor de saneamento e infraestrutura.

Bossanova e Sardrones — M&A Sell-Side

A Valore Brasil estruturou a entrada da Bossanova na Sardrones em processo Sell-Side para startup de drones, com análise de mercado, preparação de dados, estruturação da tese e apoio na negociação com investidor de venture capital.

Linx e Big Sistemas — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou o Sell-Side da Big Sistemas na venda para a Linx, realizando diagnóstico de atratividade, preparação financeira, materiais de M&A e coordenação das negociações com player estratégico do varejo.

Avec e Beleza Soft — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Beleza Soft em processo Sell-Side, com execução de valuation, revisão estratégica e gestão da negociação que resultou na aquisição pela Avec, no segmento de SaaS e beauty-tech.

Stefanini Group e NewM Mobile — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a NewM Mobile no processo Sell-Side na transação com o Grupo Stefanini, aplicando expertise em M&A para software, mobile e soluções digitais, com condução de valuation, desenvolvimento das apresentações, gestão da negociação e apoio durante a due diligence.

Healthbit e RD RaiaDrogasil — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da Healthbit para a RD RaiaDrogasil, executando todo o processo de M&A Sell-Side, com análise de crescimento, avaliação do negócio, preparação de documentos e condução da agenda de due diligence com o comprador estratégico.

Grupo Priner e Labteste — M&A Buy-Side

A Valore Brasil estruturou o Buy-Side do Grupo Priner na aquisição da Labteste, realizando originação estratégica, análise setorial, modelagem financeira e acompanhamento até o fechamento, reforçando experiência em serviços técnicos e laboratoriais.

Coala do Brasil e MPR — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Coala do Brasil em um processo de M&A Sell-Side completo, com elaboração de valuation, materiais de apresentação, abordagem sigilosa ao mercado e suporte técnico nas negociações com o Grupo MPR.

Romar Metais e Fabrimar (Grupo Tigre) — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Romar Metais no processo Buy-Side para aquisição da Fabrimar (Grupo Tigre), realizando avaliação estratégica, análise da operação industrial, estudo de múltiplos de mercado e apoio integral na negociação e estruturação do deal.

Grupo Priner e Semar Inspection & NDT — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil assessorou o Grupo Priner na aquisição da Semar Inspection & NDT, realizando análise de riscos, entendimento aprofundado da tese e apoio nas fases negociais e de diligência técnica.

Tililit ERP e Linx — M&A Sell-Side

A Valore Brasil liderou o Sell-Side da Tililit ERP na operação com a Linx, aplicando expertise em software, ERP, SaaS, realizando valuation técnico, preparação documental e gestão do processo junto a investidor estratégico do setor de tecnologia.

Magazord e bw.commerce — M&A Buy-Side

No processo M&A Buy-Side, a Valore Brasil estruturou a tese de aquisição da Magazord, mapeou targets, realizou a análise estratégica de sinergias e coordenou o processo de negociação que resultou na aquisição da bw.commerce no segmento de tecnologia e e-commerce.

Pulmer Distribuidora e Pátria — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Pulmer em um processo estruturado de M&A Sell-Side, incluindo pré-diagnóstico financeiro, análise de mercado, originação competitiva e gestão da due diligence, até a transação com o fundo Pátria.

Welding e Priner — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu o processo completo de M&A Sell-Side da Welding para o Grupo Priner, aplicando metodologia proprietária de valuation, EBITDA ajustado, mapa de atratividade, preparação de materiais (teaser e infomemo) e negociação estratégica com compradores do setor industrial.