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Checklist de Due Diligence: confira os principais detalhes

A due diligence falha por dois motivos. O primeiro é o comprador não saber o que perguntar. O segundo, e mais comum no Brasil, é o vendedor não saber o que vai ser perguntado. Um checklist de due diligence bem estruturado resolve os dois problemas: dá ao comprador um framework sistemático de análise e dá ao vendedor a oportunidade de se preparar antes do processo começar. Neste artigo apresento os documentos e informações mais solicitados em processos de M&A e captação de investimento, organizados por área, com o nível de detalhe que você encontra em transações reais.

Para entender o que cada área analisa em profundidade, leia os artigos complementares do cluster: o que é due diligence, due diligence na venda de empresa e due diligence financeira.

Resposta rápida

O que é um checklist de due diligence?

Um checklist de due diligence é a lista estruturada de documentos, informações e análises que o comprador ou investidor solicita antes de fechar uma transação de M&A ou captação. Ele cobre seis áreas principais: financeira, jurídica, fiscal e tributária, trabalhista, societária e operacional. Cada área tem seus documentos específicos e seus pontos críticos de análise. Um data room completo organizado antes do processo começar é o que reduz o prazo da due diligence e protege o preço negociado pelo vendedor.

O checklist varia por porte e setor da empresa, mas o núcleo de documentos solicitados é consistente na maioria das transações de médio e grande porte no Brasil.

Como usar este checklist: cada área é apresentada com os documentos mais solicitados em transações de M&A no Brasil. O símbolo ▶ Crítico indica itens que, quando ausentes ou problemáticos, têm maior probabilidade de impactar o preço ou travar a transação. Use como base para montar o data room da sua empresa antes de iniciar qualquer processo.

1. Checklist Financeiro

A due diligence financeira é o eixo central de qualquer transação. É onde o valuation é validado ou contestado. Os documentos abaixo formam o núcleo do que será solicitado na análise de Quality of Earnings, capital de giro, endividamento e projeções.

Demonstrações financeiras históricas

▶ Crítico

Balanço Patrimonial dos últimos 3 a 5 anos (auditados ou revisados por contador externo independente)

▶ Crítico

DRE (Demonstração de Resultado do Exercício) anual e mensal dos últimos 3 a 5 anos

▶ Crítico

Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) dos últimos 3 anos

● Relevante

Balancetes mensais dos últimos 12 a 24 meses

● Relevante

Notas explicativas e relatório do auditor independente (quando disponíveis)

EBITDA e normalização de resultados

▶ Crítico

Memória de cálculo do EBITDA ajustado com documentação e justificativa de cada ajuste

▶ Crítico

Identificação e suporte documental de todos os itens não recorrentes incluídos ou excluídos do resultado

● Relevante

Comparativo entre EBITDA reportado e EBITDA ajustado por ano (bridge de EBITDA)

● Relevante

Abertura detalhada de custos fixos e variáveis por categoria

Receita e base de clientes

▶ Crítico

Abertura de receita por cliente (top 20 com percentual do total por ano)

▶ Crítico

Abertura de receita por produto, serviço ou linha de negócio

● Relevante

Histórico de churn e taxa de retenção de clientes

● Relevante

Pipeline de novos contratos com probabilidade de fechamento

Capital de giro e endividamento

▶ Crítico

Aging de contas a receber por faixas de vencimento (0-30, 31-60, 61-90, 90+ dias)

▶ Crítico

Lista completa de endividamento: saldo devedor, taxa de juros, prazo e garantias de cada contrato

▶ Crítico

Garantias prestadas em operações financeiras, contratos comerciais ou a partes relacionadas

● Relevante

Aging de contas a pagar por fornecedor

● Relevante

Conciliações bancárias dos últimos 12 meses

● Relevante

Lista de estoques com valor, giro e identificação de itens obsoletos ou sem movimentação

Projeções e premissas do valuation

▶ Crítico

Modelo financeiro com projeções de receita, custos e EBITDA para 3 a 5 anos

▶ Crítico

Documentação das premissas de crescimento ancoradas no histórico e em dados de mercado verificáveis

● Relevante

Projeção de CAPEX para os próximos 3 anos com memória de cálculo

● Relevante

Análise de sensibilidade para os principais drivers de resultado (receita, margem, CAPEX)

2. Checklist Jurídico

A due diligence jurídica mapeia os riscos contratuais, societários e regulatórios que podem impactar o valor da transação ou criar passivos para o comprador após o fechamento. O ponto mais crítico são as cláusulas de change of control em contratos relevantes com clientes ou fornecedores.

Contratos com clientes e fornecedores

▶ Crítico

Contratos vigentes com os principais clientes (prazo, valor, cláusulas de renovação e rescisão)

▶ Crítico

Verificação de cláusulas de change of control em todos os contratos relevantes

● Relevante

Contratos com fornecedores estratégicos (prazo, exclusividade, condições de rescisão)

● Relevante

Contratos de locação de imóveis e equipamentos (prazo, valor, condições de renovação)

● Relevante

Contratos de licenciamento de tecnologia, software e propriedade intelectual

Litígios e passivos judiciais

▶ Crítico

Lista completa de processos judiciais e administrativos em andamento (cível, trabalhista, fiscal)

▶ Crítico

Parecer jurídico sobre probabilidade de perda e valor estimado de cada processo relevante

● Relevante

Provisões contábeis para contingências judiciais e reconciliação com o balanço

● Relevante

Depósitos judiciais e garantias prestadas em processos

Propriedade intelectual e ativos intangíveis

▶ Crítico

Registro de marcas, patentes e domínios (status, titular, vencimento)

● Relevante

Acordos de confidencialidade e cessão de propriedade intelectual com colaboradores e ex-colaboradores

● Relevante

Licenças de software e tecnologia utilizadas na operação (titularidade e validade)

Quer entender quais documentos da sua empresa precisam ser organizados antes de uma due diligence? Nossa equipe faz esse diagnóstico.

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3. Checklist Fiscal e Tributário

Obrigações principais e acessórias

▶ Crítico

Certidões negativas de débitos federais (CND), estaduais e municipais atualizadas

▶ Crítico

Declarações de IRPJ e CSLL dos últimos 5 anos (DIPJ / ECF). Empresas com prejuízo fiscal ou base negativa de CSLL podem ter documentação solicitada além desse prazo, pois esses créditos não prescrevem e impactam o valuation

▶ Crítico

SPED Contábil e SPED Fiscal dos últimos 3 a 5 anos

● Relevante

EFD-Contribuições (PIS e COFINS) dos últimos 3 anos

● Relevante

GIAs (ICMS estadual) e declarações de ISS municipal dos últimos 3 anos

Contingências e parcelamentos fiscais

▶ Crítico

Mapeamento completo de contingências fiscais com provisões e parecer jurídico sobre probabilidade de perda

▶ Crítico

Parcelamentos fiscais em andamento (REFIS, PERT ou outros): saldo devedor, prazo e condições

● Relevante

Autos de infração em andamento e fase processual de cada um

● Relevante

Créditos tributários a recuperar (PIS, COFINS, ICMS) com documentação de suporte

4. Checklist Trabalhista e Previdenciário

Passivos trabalhistas não mapeados são uma das fontes mais comuns de surpresas no pós-fechamento. Terceirizações irregulares, vínculos empregatícios não formalizados e reclamações trabalhistas sem provisão são itens que aparecem com frequência em due diligences de empresas de médio porte.

Vínculos empregatícios e contratos de trabalho

▶ Crítico

Relação de colaboradores com cargo, salário, data de admissão e regime de contratação (CLT, PJ, temporário)

▶ Crítico

Contratos de prestação de serviços com pessoas jurídicas e avaliação de risco de reconhecimento de vínculo

● Relevante

Contratos de trabalho dos colaboradores-chave com cláusulas de não concorrência e não aliciamento

● Relevante

Política de remuneração variável, bônus e planos de participação nos lucros (PLR)

Obrigações previdenciárias e processos trabalhistas

▶ Crítico

Lista de processos trabalhistas em andamento com valor em risco e probabilidade de perda

▶ Crítico

Certidão negativa de débitos trabalhistas (CNDT) e certidão de regularidade do FGTS

● Relevante

Contratos de terceirização com avaliação de conformidade à legislação trabalhista vigente e jurisprudência aplicável (decisões do TST e STF pós-2017 alteraram aspectos práticos relevantes)

● Relevante

Guias de recolhimento de INSS, FGTS e IRRF dos últimos 12 meses

5. Checklist Societário

A due diligence societária verifica a estrutura legal da empresa, a composição do capital e a existência de acordos ou obrigações entre sócios que possam impactar a transação. Acordos de não concorrência, direitos de preferência e obrigações de compra entre sócios são itens que frequentemente aparecem como complicadores no momento do closing.

Estrutura societária e documentos constitutivos

▶ Crítico

Contrato social ou estatuto atualizado com todas as alterações registradas

▶ Crítico

Acordo de sócios ou acionistas vigente (incluindo drag-along, tag-along, direito de preferência e vesting)

▶ Crítico

Composição do capital social com percentuais e histórico de transferências de cotas ou ações

▶ Crítico

Debêntures conversíveis, SAFEs e notas conversíveis emitidos em rodadas anteriores — afetam diretamente o cap table e o preço da transação

▶ Crítico

Condições de conversão de cada instrumento: valuation cap, discount rate, prazo e eventos de conversão automática

● Relevante

Atas de assembleias e reuniões de sócios dos últimos 3 anos

● Relevante

Estrutura de empresas controladas, coligadas e participações em outras sociedades

● Relevante

Opções de compra de participação concedidas a colaboradores ou investidores (stock options)

6. Checklist Operacional

A due diligence operacional avalia se os resultados financeiros são sustentáveis com a estrutura operacional existente e identifica riscos de continuidade do negócio após a transação. O key-man risk, a dependência de poucos colaboradores críticos sem plano de sucessão, é o achado mais frequente nessa dimensão em empresas de médio porte.

Pessoas e gestão

▶ Crítico

Identificação dos colaboradores-chave e avaliação de risco de saída após a transação (key-man risk)

● Relevante

Organograma atualizado com responsabilidades por área

● Relevante

Planos de retenção de colaboradores-chave e pacotes de incentivo de longo prazo

Processos, ativos e tecnologia

● Relevante

Inventário de ativos fixos com valor contábil e estado de conservação

● Relevante

Documentação dos principais processos operacionais e nível de dependência de sistemas proprietários

● Relevante

Contratos de manutenção e suporte de sistemas críticos para a operação

● Relevante

Conformidade com LGPD (Lei 13.709/2018): mapeamento de dados pessoais tratados e políticas de privacidade

Como organizar o data room com este checklist

O data room é o repositório digital onde todos os documentos do processo de due diligence são armazenados e compartilhados de forma controlada. A organização do data room é tão importante quanto a qualidade dos documentos: um data room bem estruturado acelera o processo e transmite profissionalismo. A estrutura de pastas recomendada segue a mesma lógica das áreas do checklist.

Pasta

Subpastas sugeridas

Critério de acesso

01 / Financeiro

Demonstrações financeiras / EBITDA e ajustes / Receita e clientes / Capital de giro / Endividamento / Projeções

Equipe financeira do comprador. Acesso liberado por fase.

02 / Jurídico

Contratos clientes / Contratos fornecedores / Litígios / Propriedade intelectual

Equipe jurídica do comprador.

03 / Fiscal

Declarações fiscais / Certidões / Parcelamentos / Contingências

Equipe tributária do comprador.

04 / Trabalhista

Contratos de trabalho / Folha / Processos trabalhistas / Terceirizações

Equipe jurídica e RH do comprador.

05 / Societário

Contrato social / Acordo de sócios / Atas / Estrutura societária

Equipe jurídica do comprador. Acesso restrito.

06 / Operacional

Organograma / Ativos / Processos / Tecnologia / LGPD

Equipe operacional do comprador.

Prioridade por perfil de empresa

Não existe um checklist único que se aplica igualmente a todos os tipos de empresa. O porte, o setor e o modelo de negócio definem quais áreas merecem maior profundidade na due diligence. A tabela abaixo orienta a priorização por perfil.

Área

Empresa industrial

Empresa de serviços

Startup / Tech

Financeiro

Alta. Foco em CAPEX e giro de estoque.

Alta. Foco em recorrência e concentração de clientes.

Alta. Foco em MRR, churn, CAC e runway.

Jurídico

Alta. Foco em contratos e licenças ambientais.

Alta. Foco em contratos com clientes e change of control.

Alta. Foco em IP, código-fonte e licenças de software.

Fiscal

Alta. Foco em ICMS, IPI e regimes especiais.

Alta. Foco em ISS e retenções na fonte.

Alta. Foco em tributação de software (ISS vs. ICMS), Lei do Bem e PIS/COFINS.

Trabalhista

Alta. Foco em terceirizações e saúde/segurança.

Alta. Foco em PJs com risco de vínculo.

Média. Foco em stock options e contratos de vesting.

Operacional

Alta. Foco em estado dos ativos e CAPEX futuro.

Alta. Foco em key-man risk e processos documentados.

Alta. Foco em arquitetura tecnológica e tech debt.

Para aprofundar cada área deste checklist, leia os artigos do cluster: o que é due diligence, due diligence na venda de empresa e due diligence financeira. Para entender como a Valore Brasil prepara empresas para esse processo, conheça o serviço de assessoria sell-side e o de valuation.

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Magalu e ComSchool — M&A Sell-Side

A Valore Brasil apoiou a ComSchool na modelagem financeira utilizada na operação com o Magalu, contribuindo com análises quantitativas, estruturação dos cenários e suporte técnico para embasar a tomada de decisão.

Pratigel e Ponto Forte — Incorporação

A Valore Brasil assessorou a incorporação entre Pratigel e Ponto Forte, com estudo de viabilidade, avaliação dos ativos, análise de sinergias operacionais e suporte à formalização da integração.

Cimento-Rio — Mediação Societária

A Valore Brasil realizou mediação societária envolvendo a Cimento-Rio, conduzindo análises técnicas, avaliação de impactos e apoio estruturado para reequilíbrio entre sócios.

Consinco — M&A Buy-Side

A Valore Brasil apoiou processo Buy-Side para expansão da Consinco, com mapeamento de targets, análise de mercado de ERP, modelagem financeira e suporte ao processo de diligência.

Guidoni e Seaquarz — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Guidoni na aquisição da Seaquarz, realizando estudo internacional de mercado, análise de múltiplos, valuation e condução das negociações.

Gabarito Sistema de Ensino — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou em processo Buy-Side envolvendo o Gabarito Sistema de Ensino, com análise setorial, sinergias educacionais, avaliação financeira e suporte nas etapas negociais.

Bossanova e Construconnect — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Construconnect em processo Sell-Side, com realização de valuation de startup, estruturação da tese de investimento e suporte na negociação com a Bossanova.

Hamburg Süd e Reefercon — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Reefercon em processo Sell-Side com a Hamburg Süd, incluindo preparação da empresa, análise de mercado e gestão da negociação no segmento de logística e cadeia fria.

Droga Rede — Fusão

A Valore Brasil atuou na fusão envolvendo a Droga Rede, realizando mediação estratégica, avaliação das estruturas, análise de sinergias e suporte ao processo de integração societária.

AGROFITO, AgriVitta e AGROTOLEDO — Cisão

A Valore Brasil assessorou a reorganização societária por cisão, estruturando análises financeiras, estudos de impacto, modelagem e suporte à governança no agronegócio.

Fazenda da Toca Orgânicos — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou na assessoria à Fazenda da Toca, com suporte estratégico em M&A no contexto de negócios do setor orgânico.

Passalacqua e DTek — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil apoiou a Passalacqua na aquisição da DTek com análise de sinergias, mapeamento de alternativas, valuation da alvo e estruturação da negociação.

Effico e b&b Engenharia — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da b&b Engenharia para a Effico, utilizando metodologia própria de preparação, ajuste de indicadores, originação, estruturação negocial e suporte à due diligence no setor de saneamento e infraestrutura.

Bossanova e Sardrones — M&A Sell-Side

A Valore Brasil estruturou a entrada da Bossanova na Sardrones em processo Sell-Side para startup de drones, com análise de mercado, preparação de dados, estruturação da tese e apoio na negociação com investidor de venture capital.

Linx e Big Sistemas — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou o Sell-Side da Big Sistemas na venda para a Linx, realizando diagnóstico de atratividade, preparação financeira, materiais de M&A e coordenação das negociações com player estratégico do varejo.

Avec e Beleza Soft — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Beleza Soft em processo Sell-Side, com execução de valuation, revisão estratégica e gestão da negociação que resultou na aquisição pela Avec, no segmento de SaaS e beauty-tech.

Stefanini Group e NewM Mobile — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a NewM Mobile no processo Sell-Side na transação com o Grupo Stefanini, aplicando expertise em M&A para software, mobile e soluções digitais, com condução de valuation, desenvolvimento das apresentações, gestão da negociação e apoio durante a due diligence.

Healthbit e RD RaiaDrogasil — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da Healthbit para a RD RaiaDrogasil, executando todo o processo de M&A Sell-Side, com análise de crescimento, avaliação do negócio, preparação de documentos e condução da agenda de due diligence com o comprador estratégico.

Grupo Priner e Labteste — M&A Buy-Side

A Valore Brasil estruturou o Buy-Side do Grupo Priner na aquisição da Labteste, realizando originação estratégica, análise setorial, modelagem financeira e acompanhamento até o fechamento, reforçando experiência em serviços técnicos e laboratoriais.

Coala do Brasil e MPR — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Coala do Brasil em um processo de M&A Sell-Side completo, com elaboração de valuation, materiais de apresentação, abordagem sigilosa ao mercado e suporte técnico nas negociações com o Grupo MPR.

Romar Metais e Fabrimar (Grupo Tigre) — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Romar Metais no processo Buy-Side para aquisição da Fabrimar (Grupo Tigre), realizando avaliação estratégica, análise da operação industrial, estudo de múltiplos de mercado e apoio integral na negociação e estruturação do deal.

Grupo Priner e Semar Inspection & NDT — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil assessorou o Grupo Priner na aquisição da Semar Inspection & NDT, realizando análise de riscos, entendimento aprofundado da tese e apoio nas fases negociais e de diligência técnica.

Tililit ERP e Linx — M&A Sell-Side

A Valore Brasil liderou o Sell-Side da Tililit ERP na operação com a Linx, aplicando expertise em software, ERP, SaaS, realizando valuation técnico, preparação documental e gestão do processo junto a investidor estratégico do setor de tecnologia.

Magazord e bw.commerce — M&A Buy-Side

No processo M&A Buy-Side, a Valore Brasil estruturou a tese de aquisição da Magazord, mapeou targets, realizou a análise estratégica de sinergias e coordenou o processo de negociação que resultou na aquisição da bw.commerce no segmento de tecnologia e e-commerce.

Pulmer Distribuidora e Pátria — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Pulmer em um processo estruturado de M&A Sell-Side, incluindo pré-diagnóstico financeiro, análise de mercado, originação competitiva e gestão da due diligence, até a transação com o fundo Pátria.

Welding e Priner — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu o processo completo de M&A Sell-Side da Welding para o Grupo Priner, aplicando metodologia proprietária de valuation, EBITDA ajustado, mapa de atratividade, preparação de materiais (teaser e infomemo) e negociação estratégica com compradores do setor industrial.