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Fluxo de Caixa Descontado (FCD): O que é e como funciona

Quando um fundo de private equity, um grupo estratégico ou um investidor experiente analisa uma empresa para comprar, a primeira pergunta que ele responde não é “quanto a empresa faturou no ano passado?”. A pergunta é: “quanto essa empresa vai gerar nos próximos anos?” Essa lógica está no centro do método mais utilizado em valuation no mundo: o Fluxo de Caixa Descontado, conhecido pela sigla FCD ou, em inglês, DCF (Discounted Cash Flow).

O FCD parte de uma premissa direta: o valor de qualquer negócio é igual à soma dos resultados que ele vai produzir no futuro, ajustados pelo risco e pelo tempo. Na prática, transformar essa premissa em um número defensável exige metodologia, dados confiáveis e experiência em avaliação de empresas. Ao longo de mais de 15 anos conduzindo processos de valuation e M&A na Valore Brasil, utilizei o FCD em centenas de laudos. O que aprendi é que a qualidade do resultado depende quase inteiramente da qualidade das premissas que sustentam o modelo.

⚡ Resposta rápida

O que é Fluxo de Caixa Descontado (FCD)?

Fluxo de Caixa Descontado é um método de valuation que estima o valor de uma empresa com base na sua capacidade de gerar caixa no futuro, trazendo esses fluxos a valor presente por meio de uma taxa de desconto que reflete o risco do negócio. É o método mais rigoroso metodologicamente e o mais utilizado por compradores sofisticados, fundos de private equity e auditores em processos de M&A.

Fórmula resumida: Valor da Empresa = Soma dos Fluxos de Caixa Livres Descontados + Valor Terminal Descontado

O resultado é o valor intrínseco da empresa, o que ela vale com base no que é capaz de produzir, não com base no que outras empresas similares foram vendidas ou no que está registrado no balanço contábil.

O que é o Fluxo de Caixa Descontado

O Fluxo de Caixa Descontado é um método de valuation que estima o valor de uma empresa com base na sua capacidade de gerar caixa no futuro. A lógica central é que R$ 1 milhão recebido hoje vale mais do que R$ 1 milhão recebido daqui a cinco anos, porque o dinheiro de hoje pode ser investido, gerar retorno e proteger contra riscos. O FCD incorpora esse princípio ao trazer os fluxos de caixa futuros a valor presente, usando uma taxa de desconto que reflete o risco do negócio e o custo do capital investido.

O resultado final do cálculo é o valor intrínseco da empresa. É o que ela vale com base no que é capaz de produzir, não com base no que outras empresas similares foram vendidas ou no que está registrado no seu balanço contábil. Por isso o FCD é considerado o método mais completo e tecnicamente rigoroso de valuation. Ele força uma análise profunda do negócio: entender suas receitas, seus custos, seu potencial de crescimento, seus riscos e sua capacidade de sustentação ao longo do tempo. Se você quer saber quanto sua empresa vale pelo método do FCD, converse com nossa equipe.

Conceito

Valor intrínseco: valor de uma empresa calculado com base na sua capacidade real de geração de caixa futuro, independente do preço de mercado ou de transações comparáveis. É o resultado do Fluxo de Caixa Descontado e representa o que o negócio vale por si mesmo, não pelo que alguém está disposto a pagar por ele num dado momento.

Os três componentes do FCD

O cálculo do Fluxo de Caixa Descontado é estruturado em torno de três elementos principais. Cada um deles exige análise cuidadosa e premissas bem fundamentadas. A qualidade do valuation final é diretamente proporcional à qualidade de cada um desses componentes. Um modelo tecnicamente perfeito com premissas mal construídas produz um resultado indefensável.

Componente 1

Projeção do Fluxo de Caixa Livre

Estimativa do caixa que a empresa vai gerar após pagar custos operacionais, impostos e investimentos, projetada para 5 a 10 anos.

Componente 2

Taxa de Desconto (WACC)

Custo Médio Ponderado de Capital que traz os fluxos futuros a valor presente. Reflete o risco do negócio e o custo do capital investido.

Componente 3

Valor Terminal

Valor de todos os fluxos de caixa gerados após o período de projeção detalhada. Costuma representar 60% a 70% do valor total calculado pelo FCD.

Componente 1: Projeção do fluxo de caixa livre

O primeiro passo é projetar o fluxo de caixa livre da empresa para um período definido, geralmente entre cinco e dez anos. O fluxo de caixa livre não é o lucro líquido nem o EBITDA. É o caixa que sobra depois de pagar todos os custos operacionais, os impostos e os investimentos necessários para manter e crescer o negócio. Essa distinção é fundamental: uma empresa pode ter EBITDA positivo e fluxo de caixa livre negativo, dependendo de seu nível de investimento e capital de giro.

Fórmula do Fluxo de Caixa Livre

FCL = EBITDA Impostos Variação do Capital de Giro CAPEX

CAPEX = investimentos em ativos fixos necessários para manter ou expandir a operação.

A qualidade das projeções depende diretamente da qualidade dos dados históricos e da consistência das premissas de crescimento. Projeções otimistas demais, sem respaldo histórico e sem contratos ou demanda demonstrável, são imediatamente questionadas por compradores e auditores em processos de M&A. É por isso que o histórico financeiro dos últimos três a cinco anos é o ponto de partida de qualquer projeção confiável.

Componente 2: Taxa de desconto (WACC)

A taxa de desconto é o elemento que transforma fluxos de caixa futuros em valor presente. Ela reflete o custo do capital utilizado no negócio e o risco associado às projeções. Quanto maior o risco, maior a taxa de desconto. E quanto maior a taxa de desconto, menor o valor presente dos fluxos futuros, e portanto menor o valor da empresa.

No método do FCD, a taxa de desconto mais utilizada é o WACC (Weighted Average Cost of Capital, ou Custo Médio Ponderado de Capital). O WACC combina o custo do capital próprio dos sócios e o custo do capital de terceiros (dívidas bancárias, debêntures, financiamentos), ponderados pela participação de cada um na estrutura de capital da empresa. Para uma empresa brasileira de médio porte, o WACC costuma variar entre 12% e 22% ao ano, dependendo do setor, do nível de endividamento, do histórico de resultados e do ambiente macroeconômico. O WACC médio do Brasil em 2024 foi estimado em cerca de 22,67%, refletindo o prêmio de risco do mercado local, segundo dados da SW Inteligência em Negócios com base em metodologia GuruFocus.

O que eleva e o que reduz o WACC de uma empresa brasileira

⬆️ Fatores que elevam o WACC

  • Alta concentração de clientes (risco de receita)
  • Dependência excessiva do sócio fundador
  • Setor com alta ciclicidade ou volatilidade
  • Endividamento elevado em relação ao patrimônio
  • Histórico de resultado inconsistente
  • Ambiente macroeconômico adverso (Selic alta, inflação)

⬇️ Fatores que reduzem o WACC

  • Receita recorrente e base de clientes diversificada
  • Contratos de longo prazo com clientes relevantes
  • Gestão profissional com time independente do fundador
  • Governança sólida e demonstrações auditadas
  • Histórico de crescimento consistente nos últimos 3 anos
  • Baixo endividamento e boa geração de caixa operacional

Componente 3: Valor terminal

Nenhuma projeção vai ao infinito. Por isso, após o período de projeção detalhada (geralmente cinco a dez anos), o FCD calcula o valor terminal da empresa, que representa o valor de todos os fluxos de caixa que ela vai gerar a partir daquele ponto em diante. O valor terminal é calculado assumindo que a empresa vai crescer a uma taxa constante e sustentável no longo prazo, geralmente próxima à taxa de crescimento do PIB ou da inflação.

Ponto-chave: O valor terminal frequentemente representa 60% a 70% do valor total calculado pelo FCD. Isso significa que a percepção de sustentabilidade do negócio, ou seja, a capacidade de continuar gerando caixa no longo prazo, impacta o valuation mais do que qualquer resultado dos próximos cinco anos.

Como funciona o cálculo na prática

Para tornar o FCD concreto, considere uma empresa que gera R$ 2 milhões de caixa livre no primeiro ano e cresce de forma consistente. Com WACC de 15% e crescimento perpétuo de 4%, o cálculo fica estruturado da seguinte forma. Os valores abaixo são hipotéticos e servem exclusivamente para fins de ilustração do método.

Período

Fluxo de Caixa Livre Projetado

Fator de Desconto (WACC 15%)

Valor Presente

Ano 1

R$ 2.000.000

0,870

R$ 1.739.130

Ano 2

R$ 2.400.000

0,756

R$ 1.814.882

Ano 3

R$ 2.800.000

0,658

R$ 1.841.860

Ano 4

3.200.000+

0,572

R$ 1.830.579

Ano 5

R$ 3.600.000

0,497

R$ 1.789.188

Valor Terminal

Crescimento perpétuo de 4% ao ano

0,497

R$ 16.430.000

Enterprise Value Total

R$ 25.445.639

Note que o valor terminal de R$ 16,4 milhões representa 64% do Enterprise Value total. Isso ilustra como a percepção de sustentabilidade do negócio impacta diretamente o resultado do valuation. Uma empresa com receita previsível, contratos de longo prazo e gestão profissional tende a ter um valor terminal mais defensável, o que se traduz em valuation mais alto para o mesmo fluxo de caixa dos próximos cinco anos.

Quer saber quanto sua empresa vale pelo método do Fluxo de Caixa Descontado? A Valore Brasil define o WACC e as premissas com metodologia reconhecida pelo mercado.

Quero um valuation pelo método FCD

Por que uma pequena variação no WACC muda tudo

A taxa de desconto é o componente mais sensível e mais contestado em qualquer processo de valuation por FCD. Uma diferença de poucos pontos percentuais no WACC pode representar dezenas de milhões de reais no Enterprise Value calculado. É por isso que a definição do WACC é uma das etapas mais críticas e mais disputadas em processos de M&A: compradores e vendedores chegam a premissas diferentes e isso se traduz diretamente em valuations diferentes.

Impacto do WACC no valuation da mesma empresa (exemplo hipotético)

WACC de 12%

~R$ 33 mi

Empresa percebida como de baixo risco. Receita recorrente, governança sólida, base de clientes diversificada.

WACC de 15%

~R$ 25 mi

Referência do exemplo ilustrado neste artigo. Empresa de médio porte com bom histórico e crescimento moderado.

WACC de 18%

~R$ 20 mi

Empresa com risco percebido mais alto. Concentração de clientes, dependência do fundador ou resultado volátil.

Valores hipotéticos para fins ilustrativos. Dados do exemplo com as mesmas projeções de fluxo de caixa e crescimento perpétuo de 4%.

No exemplo acima, uma diferença de 6 pontos percentuais no WACC representa uma variação de R$ 13 milhões no valuation da mesma empresa, com as mesmas projeções de fluxo de caixa. Fundos de private equity que têm meta de retorno de 25% ao ano utilizam essa taxa como piso para avaliar aquisições. Compradores estratégicos com estrutura de capital mais sólida podem aceitar WACCs menores, o que os permite pagar mais pela mesma empresa. Essa é uma razão pela qual um processo competitivo entre compradores, estruturado por uma assessoria especializada, tende a gerar valuations significativamente melhores para o vendedor.

FCD versus múltiplos de mercado: quando usar cada método

O FCD não é o único método de valuation e, em muitos processos, é usado em conjunto com outros. O método de múltiplos de mercado compara a empresa com transações recentes de negócios similares e aplica um múltiplo de EBITDA para estimar o valor. Os dois métodos têm lógicas complementares e cada um captura uma dimensão diferente do valor do negócio.

Fluxo de Caixa Descontado (FCD)

O que mede

Valor intrínseco da empresa com base na sua capacidade específica de gerar caixa no futuro.

Melhor para

Empresas com histórico consistente, modelo previsível e características que as diferenciam de comparáveis de mercado.

Limitação

Muito sensível às premissas utilizadas. Projeções irrealistas produzem valuations indefensáveis.

Múltiplos de Mercado (EV/EBITDA)

O que mede

Valor relativo da empresa em relação ao que compradores estão efetivamente pagando por negócios similares no mercado.

Melhor para

Ancoragem do valuation na realidade do mercado. Setores com boa disponibilidade de transações comparáveis recentes.

Limitação

Depende da qualidade e relevância dos comparáveis. Não captura características únicas da empresa avaliada.

Em processos de M&A conduzidos por boutiques especializadas, as duas abordagens são utilizadas em paralelo. O FCD estabelece o valor intrínseco. Os múltiplos estabelecem o valor de referência de mercado. A diferença entre os dois gera insights importantes: se o FCD aponta valor significativamente superior ao que o mercado está pagando em transações comparáveis, isso pode indicar que as premissas de crescimento estão otimistas demais, ou que a empresa tem características genuinamente superiores que justificam um prêmio sobre o mercado.

Quando o FCD é o método mais adequado

O Fluxo de Caixa Descontado entrega seus melhores resultados em perfis específicos de empresa. Não é o método ideal para toda e qualquer situação, e aplicá-lo onde não há suporte adequado produz um valuation tecnicamente correto na forma mas indefensável no conteúdo.

✅ FCD é mais adequado quando:

  • Histórico financeiro consistente de 3 ou mais anos
  • Projeções confiáveis baseadas em contratos ou demanda demonstrável
  • Modelo de negócio previsível com receita recorrente
  • Potencial de crescimento que não está totalmente refletido no histórico
  • Empresa com características que a diferenciam dos comparáveis de mercado

⚠️ Outros métodos podem ser mais indicados quando:

  • Startup em fase inicial sem histórico de resultado
  • Projeções altamente incertas sem base verificável
  • Empresa em reestruturação com resultado atípico recente
  • Negócio fortemente dependente de uma variável externa imprevisível
  • Mercado com excelente disponibilidade de comparáveis recentes

Para startups em fase muito inicial, sem histórico e com projeções altamente incertas, o FCD tende a ser menos confiável. Nesses casos, métodos como o Venture Capital Method ou o Scorecard são mais adequados. Para empresas maduras e estáveis com resultados previsíveis, o FCD frequentemente gera o valuation mais preciso e mais defensável em qualquer negociação.

O que o FCD revela além do valor

Uma das dimensões menos discutidas do Fluxo de Caixa Descontado é o que ele revela sobre o negócio além do número final. O processo de construção do FCD obriga uma análise detalhada de todas as variáveis que determinam o valor da empresa, e essa análise frequentemente identifica pontos de melhoria que o empresário não havia priorizado antes de iniciar um processo de venda.

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Concentração de clientes eleva o WACC

Uma empresa onde 3 clientes respondem por 70% da receita tem um risco de negócio maior do que uma empresa com 50 clientes equilibrados. O FCD traduz esse risco em WACC mais alto, o que reduz diretamente o valuation. Ao identificar isso, o empresário tem clareza sobre o impacto financeiro de diversificar a base de clientes antes de ir ao mercado.

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Contratos de longo prazo fortalecem o valor terminal

Empresas com contratos plurianuais têm projeções mais defensáveis e valor terminal mais sólido. Como o valor terminal representa 60% a 70% do valuation pelo FCD, a presença de contratos de longo prazo pode elevar o Enterprise Value de forma mais expressiva do que uma melhoria equivalente no EBITDA do próximo ano.

📊

O FCD como ferramenta de gestão estratégica

Fazer um valuation pelo método do FCD antes de iniciar um processo de venda é, antes de tudo, uma ferramenta de gestão estratégica. Ele revela quais variáveis têm mais impacto no valor do negócio e onde o empresário deve concentrar esforços nos 12 a 24 meses anteriores ao mercado para maximizar o valor obtido na transação.

Como a Valore Brasil aplica o FCD no valuation

Na Valore Brasil, o Fluxo de Caixa Descontado é parte central do nosso processo de valuation. Aplicamos o método com premissas documentadas, WACC calculado com metodologia reconhecida (CAPM ajustado para o mercado brasileiro) e valor terminal fundamentado em taxa de crescimento sustentável e defensável. O resultado é um laudo que sobrevive ao escrutínio de compradores sofisticados, fundos de private equity e auditores externos.

Utilizamos o FCD em conjunto com a análise de múltiplos de mercado em todos os processos de venda que conduzimos. A combinação dos dois métodos permite apresentar ao comprador não apenas um número, mas uma tese de valor completa: o que a empresa vale intrinsecamente e onde esse valor se posiciona em relação ao que o mercado está pagando por ativos similares. São mais de 15 anos de atuação, mais de R$ 4 bilhões em transações assessoradas e mais de 1.000 projetos de valuation e M&A realizados, conforme documentado no nosso track record de transações.

Perguntas frequentes sobre Fluxo de Caixa Descontado

O FCD é sempre o método mais preciso?

O Fluxo de Caixa Descontado (FDC) é o mais rigoroso metodologicamente, mas a precisão depende da qualidade das premissas utilizadas. Um FCD com projeções irrealistas produz um resultado indefensável. Por isso a construção das premissas, como crescimento de receita, margens, CAPEX e WACC, é tão importante quanto a mecânica do cálculo em si. Premissas sólidas são o que diferencia um valuation defensável de um número que não sobrevive à primeira rodada de negociação.

Posso fazer o FCD da minha empresa internamente?

É possível construir uma versão simplificada internamente para fins de orientação. Contudo, um Fluxo de Caixa Descontado (FCD) que será apresentado a compradores, investidores ou auditores precisa ser elaborado por profissionais especializados em valuation, com metodologia reconhecida e premissas documentadas. Um FCD elaborado internamente raramente sobrevive ao escrutínio de um comprador sofisticado, que vai questionar cada premissa utilizada.

Qual é a diferença entre Enterprise Value e Equity Value no FCD?

O Fluxo de Caixa Descontado (FCD) calcula diretamente o Enterprise Value, que é o valor total do negócio, incluindo a dívida. Para chegar ao Equity Value, o valor da participação dos sócios, subtrai-se a dívida líquida do Enterprise Value. É o Equity Value que representa o quanto o empresário efetivamente recebe na venda da sua participação. Essa distinção é fundamental e deve estar clara antes de qualquer negociação de preço.

Por que compradores e vendedores chegam a valuations tão diferentes?

Porque cada parte usa premissas diferentes. O vendedor tende a usar projeções de crescimento mais otimistas e taxas de desconto menores. O comprador tende a ser mais conservador nas projeções e mais exigente no WACC. A negociação do valuation é, em grande medida, uma negociação sobre quais premissas são razoáveis. É exatamente aí que uma assessoria experiente faz a diferença: conhecer as premissas que compradores sofisticados utilizam e construir um valuation que dialogue com a lógica deles, sem abrir mão de defender o valor real do negócio.

O valor da sua empresa está nas projeções, não no passado.

A Valore Brasil constrói valuations pelo método do Fluxo de Caixa Descontado com premissas defensáveis e metodologia reconhecida por compradores e auditores. Atendimento para empresas com faturamento a partir de R$ 3 milhões.

10 Erros comuns em venda de empresas

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Cadastro para a Imersão Valuation Ribeirão Preto

Magalu e ComSchool — M&A Sell-Side

A Valore Brasil apoiou a ComSchool na modelagem financeira utilizada na operação com o Magalu, contribuindo com análises quantitativas, estruturação dos cenários e suporte técnico para embasar a tomada de decisão.

Pratigel e Ponto Forte — Incorporação

A Valore Brasil assessorou a incorporação entre Pratigel e Ponto Forte, com estudo de viabilidade, avaliação dos ativos, análise de sinergias operacionais e suporte à formalização da integração.

Cimento-Rio — Mediação Societária

A Valore Brasil realizou mediação societária envolvendo a Cimento-Rio, conduzindo análises técnicas, avaliação de impactos e apoio estruturado para reequilíbrio entre sócios.

Consinco — M&A Buy-Side

A Valore Brasil apoiou processo Buy-Side para expansão da Consinco, com mapeamento de targets, análise de mercado de ERP, modelagem financeira e suporte ao processo de diligência.

Guidoni e Seaquarz — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Guidoni na aquisição da Seaquarz, realizando estudo internacional de mercado, análise de múltiplos, valuation e condução das negociações.

Gabarito Sistema de Ensino — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou em processo Buy-Side envolvendo o Gabarito Sistema de Ensino, com análise setorial, sinergias educacionais, avaliação financeira e suporte nas etapas negociais.

Bossanova e Construconnect — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Construconnect em processo Sell-Side, com realização de valuation de startup, estruturação da tese de investimento e suporte na negociação com a Bossanova.

Hamburg Süd e Reefercon — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Reefercon em processo Sell-Side com a Hamburg Süd, incluindo preparação da empresa, análise de mercado e gestão da negociação no segmento de logística e cadeia fria.

Droga Rede — Fusão

A Valore Brasil atuou na fusão envolvendo a Droga Rede, realizando mediação estratégica, avaliação das estruturas, análise de sinergias e suporte ao processo de integração societária.

AGROFITO, AgriVitta e AGROTOLEDO — Cisão

A Valore Brasil assessorou a reorganização societária por cisão, estruturando análises financeiras, estudos de impacto, modelagem e suporte à governança no agronegócio.

Fazenda da Toca Orgânicos — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou na assessoria à Fazenda da Toca, com suporte estratégico em M&A no contexto de negócios do setor orgânico.

Passalacqua e DTek — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil apoiou a Passalacqua na aquisição da DTek com análise de sinergias, mapeamento de alternativas, valuation da alvo e estruturação da negociação.

Effico e b&b Engenharia — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da b&b Engenharia para a Effico, utilizando metodologia própria de preparação, ajuste de indicadores, originação, estruturação negocial e suporte à due diligence no setor de saneamento e infraestrutura.

Bossanova e Sardrones — M&A Sell-Side

A Valore Brasil estruturou a entrada da Bossanova na Sardrones em processo Sell-Side para startup de drones, com análise de mercado, preparação de dados, estruturação da tese e apoio na negociação com investidor de venture capital.

Linx e Big Sistemas — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou o Sell-Side da Big Sistemas na venda para a Linx, realizando diagnóstico de atratividade, preparação financeira, materiais de M&A e coordenação das negociações com player estratégico do varejo.

Avec e Beleza Soft — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Beleza Soft em processo Sell-Side, com execução de valuation, revisão estratégica e gestão da negociação que resultou na aquisição pela Avec, no segmento de SaaS e beauty-tech.

Stefanini Group e NewM Mobile — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a NewM Mobile no processo Sell-Side na transação com o Grupo Stefanini, aplicando expertise em M&A para software, mobile e soluções digitais, com condução de valuation, desenvolvimento das apresentações, gestão da negociação e apoio durante a due diligence.

Healthbit e RD RaiaDrogasil — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da Healthbit para a RD RaiaDrogasil, executando todo o processo de M&A Sell-Side, com análise de crescimento, avaliação do negócio, preparação de documentos e condução da agenda de due diligence com o comprador estratégico.

Grupo Priner e Labteste — M&A Buy-Side

A Valore Brasil estruturou o Buy-Side do Grupo Priner na aquisição da Labteste, realizando originação estratégica, análise setorial, modelagem financeira e acompanhamento até o fechamento, reforçando experiência em serviços técnicos e laboratoriais.

Coala do Brasil e MPR — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Coala do Brasil em um processo de M&A Sell-Side completo, com elaboração de valuation, materiais de apresentação, abordagem sigilosa ao mercado e suporte técnico nas negociações com o Grupo MPR.

Romar Metais e Fabrimar (Grupo Tigre) — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Romar Metais no processo Buy-Side para aquisição da Fabrimar (Grupo Tigre), realizando avaliação estratégica, análise da operação industrial, estudo de múltiplos de mercado e apoio integral na negociação e estruturação do deal.

Grupo Priner e Semar Inspection & NDT — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil assessorou o Grupo Priner na aquisição da Semar Inspection & NDT, realizando análise de riscos, entendimento aprofundado da tese e apoio nas fases negociais e de diligência técnica.

Tililit ERP e Linx — M&A Sell-Side

A Valore Brasil liderou o Sell-Side da Tililit ERP na operação com a Linx, aplicando expertise em software, ERP, SaaS, realizando valuation técnico, preparação documental e gestão do processo junto a investidor estratégico do setor de tecnologia.

Magazord e bw.commerce — M&A Buy-Side

No processo M&A Buy-Side, a Valore Brasil estruturou a tese de aquisição da Magazord, mapeou targets, realizou a análise estratégica de sinergias e coordenou o processo de negociação que resultou na aquisição da bw.commerce no segmento de tecnologia e e-commerce.

Pulmer Distribuidora e Pátria — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Pulmer em um processo estruturado de M&A Sell-Side, incluindo pré-diagnóstico financeiro, análise de mercado, originação competitiva e gestão da due diligence, até a transação com o fundo Pátria.

Welding e Priner — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu o processo completo de M&A Sell-Side da Welding para o Grupo Priner, aplicando metodologia proprietária de valuation, EBITDA ajustado, mapa de atratividade, preparação de materiais (teaser e infomemo) e negociação estratégica com compradores do setor industrial.