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EBITDA: O Que é, como calcular e para que serve

Se você já conversou com um investidor, recebeu uma proposta de compra pela sua empresa ou pesquisou sobre valuation, certamente encontrou o termo EBITDA. Ele aparece em avaliações de empresas, em propostas de aquisição, em relatórios de fundos de private equity e em quase toda conversa séria sobre o valor de um negócio. É a métrica mais utilizada em processos de M&A no mundo e no Brasil, o mercado de fusões e aquisições registrou 1.582 transações em 2024, todas ancoradas nesse indicador como base de precificação, segundo a KPMG.

Ao longo de mais de 15 anos assessorando empresários em processos de M&A e valuation na Valore Brasil, percebi que poucos empresários entendem o que o EBITDA realmente mede, o que ele diz para um comprador sofisticado e, principalmente, o que ele não conta. Este artigo responde a essas perguntas de forma direta, com exemplos numéricos e sem jargão desnecessário, porque entender o EBITDA é o primeiro passo para entender o que a sua empresa realmente vale no mercado.

Resposta rápida

O que é EBITDA?

EBITDA é a sigla em inglês para Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization; lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Mede a capacidade operacional real de uma empresa, eliminando efeitos da estrutura de capital, da carga tributária e de ajustes contábeis não caixa.

Fórmula: EBITDA = Lucro Líquido + IRPJ e CSLL + Resultado Financeiro Líquido + Depreciação + Amortização

É a métrica central em valuation e M&A porque permite comparar empresas de setores e estruturas diferentes num mesmo denominador: quanto cada uma gera operacionalmente, na essência do que faz.

O que significa EBITDA

EBITDA é a sigla em inglês para Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization. Em português, significa lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. No Brasil, o termo também aparece como LAJIDA, mas no mercado de M&A e valuation, a versão em inglês é universalmente utilizada por compradores, fundos e assessores financeiros.

O EBITDA mede o resultado operacional de uma empresa antes dos efeitos de decisões financeiras, da estrutura tributária e de ajustes contábeis que não representam saída de caixa. Em outras palavras, ele isola a capacidade do negócio de gerar resultado com sua operação principal, independente de como é financiado, de quanto paga de imposto ou de qual é a política de depreciação dos seus ativos. É por isso que o EBITDA se tornou a principal métrica de comparação entre empresas de setores e estruturas diferentes. Ele coloca negócios distintos num mesmo denominador: quanto cada um gera operacionalmente, na essência do que faz. Quer saber o que o EBITDA da sua empresa diz para um comprador? Converse com nossa equipe.

Conceito

Margem EBITDA: resultado do EBITDA dividido pela receita líquida, expresso em percentual. Indica quanto de cada real de receita se converte em resultado operacional antes dos encargos. Empresas com margens consistentemente altas tendem a receber múltiplos maiores em processos de M&A.

Como calcular o EBITDA passo a passo

O cálculo do EBITDA parte do lucro líquido e adiciona de volta os itens que foram subtraídos ao longo da demonstração de resultado mas que não refletem a geração de caixa operacional da empresa. A lógica é simples: se a despesa não representa uma saída de caixa operacional real, ela não deveria reduzir o indicador que mede a capacidade operacional do negócio.

Fórmula do EBITDA

EBITDA = Lucro Líquido + IRPJ e CSLL + Resultado Financeiro Líquido + Depreciação + Amortização

Para tornar esse cálculo concreto, considere o exemplo de uma empresa com os seguintes dados anuais:

Item da DRE

Valor (R$)

Observação

Receita líquida

R$ 10.000.000

Ponto de partida da demonstração de resultado

Custos e despesas operacionais

(R$ 7.200.000)

Inclui folha, fornecedores e estrutura

Depreciação e amortização

(R$ 300.000)

Encargo contábil, sem saída de caixa

Resultado financeiro líquido

(R$ 200.000)

Juros de dívidas líquidos de receitas financeiras

IRPJ e CSLL

(R$ 100.000)

Imposto apurado sobre o resultado

Lucro líquido

R$ 2.200.000

Resultado final após todos os encargos

Partindo do lucro líquido de R$ 2.200.000, o EBITDA é calculado adicionando de volta cada encargo:

Lucro líquido R$ 2.200.000
+ IRPJ e CSLL + R$ 100.000
+ Resultado financeiro líquido + R$ 200.000
+ Depreciação e amortização + R$ 300.000
= EBITDA
R$ 2.800.000 Margem EBITDA: 28%

O resultado de R$ 2.800.000 representa o que a empresa gera operacionalmente, antes dos efeitos da sua estrutura de capital, da sua carga tributária e dos ajustes contábeis não caixa. É esse número que um comprador sofisticado vai usar como ponto de partida para calcular o que sua empresa vale.

EBITDA, EBIT, lucro operacional e lucro líquido: qual a diferença

Esses quatro indicadores aparecem frequentemente juntos e causam confusão até em profissionais de finanças. Cada um mede uma camada diferente do resultado da empresa, e saber a diferença entre eles é essencial para interpretar corretamente o que cada número está dizendo sobre o desempenho do negócio.

Lucro Bruto

Receita menos o custo direto dos produtos ou serviços vendidos. Mostra a rentabilidade da operação antes das despesas gerais e administrativas.

Uso principal

Análise da eficiência da produção ou da prestação de serviços.

EBIT (Lucro Operacional)

Lucro antes de juros e impostos. É o EBITDA menos a depreciação e amortização. Reflete a geração de resultado considerando o desgaste dos ativos da empresa.

Uso principal

Comparação entre empresas com ativos de idades e políticas de depreciação similares.

EBITDA ⭐

Adiciona de volta depreciação e amortização ao EBIT, eliminando o efeito de encargos não caixa. Permite comparar empresas com idades de ativos e políticas contábeis diferentes.

Uso principal

Métrica central em valuation e M&A. Base de cálculo do múltiplo de EBITDA.

Lucro Líquido

Resultado final após todos os encargos — financeiros, tributários e contábeis. É o número do balanço, mas o menos usado em M&A por refletir decisões que variam muito entre empresas.

Uso principal

Distribuição de dividendos, análise de rentabilidade para acionistas (P/L).

Por que o EBITDA é a métrica central em valuation e M&A

Compradores de empresas (fundos de private equity, grupos estratégicos ou investidores individuais) precisam de uma métrica que permita comparar negócios diferentes de forma objetiva. O EBITDA cumpre esse papel melhor do que qualquer outro indicador porque neutraliza variáveis que dependem de decisões do empresário, não da qualidade do negócio em si.

Na prática, compradores sofisticados raramente fazem uma proposta baseada no lucro líquido da empresa. Eles calculam o valor a partir de um múltiplo de EBITDA. Dois empresários com o mesmo EBITDA mas estruturas de capital diferentes chegam ao mesmo ponto de partida de valuation. Isso torna o processo comparativo e objetivo, o que é exatamente o que compradores querem ao analisar múltiplos ativos ao mesmo tempo.

O múltiplo de EBITDA e como ele define o valor da sua empresa

O múltiplo de EBITDA é o fator que compradores aplicam sobre o EBITDA da empresa para chegar a uma referência de valor. Ele varia conforme o setor, o porte da empresa, a qualidade do resultado e o momento do mercado. Entender como esse múltiplo funciona é uma das decisões mais importantes que um empresário pode tomar antes de ir ao mercado.

Impacto do múltiplo no valor da empresa: EBITDA de R$ 2.800.000

Múltiplo

Valor da empresa

Diferença vs. 5x

Perfil típico

5x

R$ 14.000.000

Indústria tradicional, baixo crescimento

6x

R$ 16.800.000

+ R$ 2.800.000

Serviços, varejo estável

8x

R$ 22.400.000

+ R$ 8.400.000

Saúde, educação, serviços recorrentes

12x+

R$ 33.600.000+

+ R$ 19.600.000

Tecnologia, SaaS, alto crescimento

Valores hipotéticos para fins ilustrativos. Múltiplos reais variam conforme setor, porte, momento de mercado e qualidade do resultado. Em 2024, empresas de tecnologia com alto crescimento apresentaram múltiplos até 3x maiores que setores tradicionais, segundo análises de mercado.

Essa diferença de múltiplo representa, no exemplo acima, até R$ 19,6 milhões a mais ou a menos para o empresário vendedor com o mesmo EBITDA. É por isso que entender como o seu EBITDA é percebido pelo mercado, e em qual faixa de múltiplo o seu setor opera hoje, é uma das decisões mais estratégicas de um processo de venda. Múltiplos são influenciados por setor, recorrência de receita, concentração de clientes, dependência do fundador e perspectiva de crescimento, todos fatores que uma assessoria especializada ajuda a posicionar corretamente.

Qual é o múltiplo de EBITDA do seu setor hoje? A Valore Brasil faz o valuation da sua empresa com metodologia reconhecida pelo mercado, considerando o múltiplo adequado para o seu segmento e momento.

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O que é EBITDA ajustado e quando ele é usado

O EBITDA calculado diretamente da DRE nem sempre reflete com precisão a capacidade operacional real da empresa. Em muitos casos, o resultado inclui receitas ou despesas que não são recorrentes — um ganho pontual na venda de um ativo, uma despesa extraordinária de reestruturação, honorários de sócios acima do mercado ou gastos pessoais lançados como despesa da empresa. O EBITDA ajustado remove esses itens não recorrentes e chega a um número que representa melhor o que a empresa gera de forma sustentável e repetível.

Ajustes mais comuns no EBITDA para fins de valuation

📉 Despesas não recorrentes

Gastos extraordinários de reestruturação, processos judiciais atípicos, multas pontuais ou despesas de abertura de filial que não se repetem.

Efeito: aumenta o EBITDA ajustado

💼 Honorários de sócios fora de mercado

Remuneração de sócios-diretores acima do valor de mercado para a função que exercem. O excedente é adicionado de volta ao EBITDA.

Efeito: aumenta o EBITDA ajustado

🏠 Gastos pessoais como despesa

Despesas pessoais do empresário lançadas como despesa da empresa: veículo, imóvel, viagens, etc. Precisam ser removidas da base de cálculo.

Efeito: aumenta o EBITDA ajustado

📈 Receitas não recorrentes

Ganhos pontuais na venda de ativos, receitas de contratos encerrados ou indenizações que não farão parte do resultado futuro da empresa.

Efeito: reduz o EBITDA ajustado

⚠️ Custos subavaliados

Serviços que o empresário prestava sem remuneração e que o comprador precisará contratar: gestão, TI, jurídico. O custo de mercado precisa ser adicionado.

Efeito: reduz o EBITDA ajustado

🔄 Contratos encerrados ou iniciados

Receitas de contratos recentemente perdidos ou ganhos que alteram a base recorrente da empresa. O comprador ajusta o EBITDA para refletir o run-rate real.

Efeito: pode aumentar ou reduzir

Em processos de M&A, o EBITDA ajustado é o número que compradores sérios utilizam como base para o valuation. Por isso, o trabalho de identificar e documentar os ajustes relevantes é parte importante da preparação de uma empresa para o mercado. Ajustes bem fundamentados tendem a aumentar o EBITDA de referência e, consequentemente, o valor de venda. Ajustes sem documentação adequada são rejeitados pelos compradores durante a due diligence.

Limitações do EBITDA: o que ele não conta

O EBITDA é uma métrica poderosa, mas tem limitações importantes que qualquer empresário precisa conhecer antes de usá-lo como única referência de valor. Compradores experientes conhecem essas limitações e sempre analisam o EBITDA em conjunto com outros indicadores. Empresários que entendem isso chegam ao processo de venda mais bem preparados para defender o valor do seu negócio.

⚠️ EBITDA não é fluxo de caixa

Uma empresa pode ter EBITDA positivo e ainda assim enfrentar problemas sérios de caixa, especialmente se tiver capital de giro elevado, ciclo de recebimento longo ou investimentos pesados em ativos. O fluxo de caixa livre é a métrica mais precisa para medir a geração de caixa real — e é o que o método DCF utiliza.

⚠️ Ignora a necessidade de reinvestimento

Uma empresa industrial que precisa trocar máquinas regularmente tem um custo real de manutenção que o EBITDA não captura. Por isso, o CAPEX é sempre analisado junto com o EBITDA em processos de valuation mais sofisticados. EBITDA menos CAPEX de manutenção é uma visão mais honesta da geração de caixa.

⚠️ Pode ser manipulado contabilmente

Ajustes agressivos, classificações questionáveis de despesas e escolhas de política contábil podem inflar o número artificialmente. Compradores experientes sempre exigem a abertura detalhada do EBITDA e frequentemente contratam auditores para verificar sua composição durante a due diligence.

⚠️ Não captura qualidade nem crescimento

Duas empresas com o mesmo EBITDA podem ter valores muito diferentes se uma tem receita recorrente e crescente e a outra tem receita concentrada e instável. O múltiplo aplicado a cada uma será diferente. É por isso que valuation vai além do EBITDA.

Ponto-chave: Conhecer as limitações do EBITDA não diminui sua importância. O indicador é o ponto de partida do valuation, não a resposta final. Um valuation bem feito usa o EBITDA como base e o complementa com análise de fluxo de caixa, qualidade de resultado e comparáveis de mercado.

O que um EBITDA saudável significa para um processo de venda

Para o empresário que está pensando em vender sua empresa, o EBITDA importa em três dimensões distintas. Cada uma influencia o resultado final da transação de forma diferente, e entendê-las é o que separa um processo de venda bem preparado de um processo que deixa valor na mesa.

1

Valor absoluto

Um EBITDA maior gera um valor de transação maior, assumindo o mesmo múltiplo de mercado. Por isso, trabalhar para melhorar o EBITDA nos 12 a 24 meses antes de ir ao mercado é uma das alavancas mais diretas de aumento de valor. Cada real adicionado ao EBITDA pode valer entre 5 e 12 reais no preço final da transação, dependendo do múltiplo.

2

Consistência

Um EBITDA que cresceu nos últimos três anos é muito mais valorizado do que um EBITDA alto num único ano seguido de resultados instáveis. Compradores pagam múltiplos maiores por previsibilidade. A tendência de crescimento do EBITDA é frequentemente o segundo fator mais analisado por fundos de private equity, depois do EBITDA absoluto em si.

3

Qualidade

Um EBITDA composto por receitas recorrentes, contratos de longo prazo e clientes diversificados vale mais do que o mesmo número gerado por poucos clientes concentrados ou receitas pontuais. Qualidade de EBITDA é um dos fatores que mais influencia o múltiplo que o mercado está disposto a pagar e é um dos elementos centrais de preparação que conduzo com os empresários antes de iniciar um processo de venda.

Como a Valore Brasil trabalha o EBITDA no valuation

Na Valore Brasil, o EBITDA é o ponto de partida do valuation, nunca a resposta final. Quando analisamos uma empresa para um processo de venda, trabalhamos o EBITDA em três frentes: apuração do EBITDA histórico com base em dados auditáveis, identificação e documentação dos ajustes relevantes para chegar ao EBITDA ajustado defensável e análise do múltiplo adequado para o setor e o momento, com base em transações comparáveis do mercado brasileiro.

Esse processo é o que permite apresentar ao comprador não apenas um número, mas um valuation construído com metodologia reconhecida e que vai sobreviver ao escrutínio da due diligence. São mais de 15 anos de atuação, mais de R$ 4 bilhões em transações assessoradas e mais de 1.000 projetos de M&A e valuation realizados. Esse histórico está documentado no nosso track record de transações. Se você quer entender o que o EBITDA da sua empresa representa para um processo de venda ou captação, o primeiro passo é uma conversa.

Perguntas frequentes sobre EBITDA

EBITDA e fluxo de caixa são a mesma coisa?

Não. O EBITDA é uma aproximação do potencial de geração de caixa operacional, mas não é o fluxo de caixa real da empresa. Ele não considera variações no capital de giro, pagamentos de dívidas, impostos efetivamente pagos ou investimentos em ativos. O fluxo de caixa livre é a métrica mais precisa para medir a geração de caixa real, e é o que o método do Fluxo de Caixa Descontado (DCF) utiliza para calcular o valor da empresa.

Qual é um bom EBITDA para minha empresa?

Não existe um número universalmente bom, depende do setor, do porte e do momento da empresa. O que importa é a margem EBITDA: o EBITDA dividido pela receita líquida. Setores de tecnologia e serviços costumam ter margens mais altas do que setores industriais ou de varejo. O mais relevante é comparar a margem da sua empresa com a de peers do mesmo segmento e avaliar a tendência ao longo do tempo.

Como aumentar o EBITDA antes de vender minha empresa?

As principais alavancas são o aumento de receita sem aumento proporcional de custos, a redução de despesas não essenciais, a eliminação de gastos pessoais lançados como despesa da empresa e a normalização de honorários de sócios para níveis de mercado. Em muitos processos, ajustes relativamente simples na gestão dos 12 a 24 meses anteriores à venda têm impacto significativo no valor final da transação. Para isso, a assessoria de gestão baseada em valor é um caminho estruturado.

O comprador vai confiar no EBITDA que eu apresentar?

Todo comprador sério vai verificar o EBITDA apresentado durante a due diligence, com acesso aos documentos financeiros e contábeis da empresa. Por isso, transparência e organização desde o início são as melhores estratégias. Apresentar um EBITDA ajustado com justificativas claras e documentadas é muito mais eficaz do que tentar omitir ou minimizar ajustes que serão descobertos de qualquer forma durante a investigação.

Saber o EBITDA é o começo. Saber o que ele vale no mercado é o que importa.

A Valore Brasil transforma o EBITDA da sua empresa num valuation defensável, construído com metodologia reconhecida pelo mercado e por compradores sofisticados. Atendimento para empresas com faturamento a partir de R$ 3 milhões.

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Cadastro para a Imersão Valuation Ribeirão Preto

Magalu e ComSchool — M&A Sell-Side

A Valore Brasil apoiou a ComSchool na modelagem financeira utilizada na operação com o Magalu, contribuindo com análises quantitativas, estruturação dos cenários e suporte técnico para embasar a tomada de decisão.

Pratigel e Ponto Forte — Incorporação

A Valore Brasil assessorou a incorporação entre Pratigel e Ponto Forte, com estudo de viabilidade, avaliação dos ativos, análise de sinergias operacionais e suporte à formalização da integração.

Cimento-Rio — Mediação Societária

A Valore Brasil realizou mediação societária envolvendo a Cimento-Rio, conduzindo análises técnicas, avaliação de impactos e apoio estruturado para reequilíbrio entre sócios.

Consinco — M&A Buy-Side

A Valore Brasil apoiou processo Buy-Side para expansão da Consinco, com mapeamento de targets, análise de mercado de ERP, modelagem financeira e suporte ao processo de diligência.

Guidoni e Seaquarz — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Guidoni na aquisição da Seaquarz, realizando estudo internacional de mercado, análise de múltiplos, valuation e condução das negociações.

Gabarito Sistema de Ensino — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou em processo Buy-Side envolvendo o Gabarito Sistema de Ensino, com análise setorial, sinergias educacionais, avaliação financeira e suporte nas etapas negociais.

Bossanova e Construconnect — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Construconnect em processo Sell-Side, com realização de valuation de startup, estruturação da tese de investimento e suporte na negociação com a Bossanova.

Hamburg Süd e Reefercon — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Reefercon em processo Sell-Side com a Hamburg Süd, incluindo preparação da empresa, análise de mercado e gestão da negociação no segmento de logística e cadeia fria.

Droga Rede — Fusão

A Valore Brasil atuou na fusão envolvendo a Droga Rede, realizando mediação estratégica, avaliação das estruturas, análise de sinergias e suporte ao processo de integração societária.

AGROFITO, AgriVitta e AGROTOLEDO — Cisão

A Valore Brasil assessorou a reorganização societária por cisão, estruturando análises financeiras, estudos de impacto, modelagem e suporte à governança no agronegócio.

Fazenda da Toca Orgânicos — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou na assessoria à Fazenda da Toca, com suporte estratégico em M&A no contexto de negócios do setor orgânico.

Passalacqua e DTek — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil apoiou a Passalacqua na aquisição da DTek com análise de sinergias, mapeamento de alternativas, valuation da alvo e estruturação da negociação.

Effico e b&b Engenharia — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da b&b Engenharia para a Effico, utilizando metodologia própria de preparação, ajuste de indicadores, originação, estruturação negocial e suporte à due diligence no setor de saneamento e infraestrutura.

Bossanova e Sardrones — M&A Sell-Side

A Valore Brasil estruturou a entrada da Bossanova na Sardrones em processo Sell-Side para startup de drones, com análise de mercado, preparação de dados, estruturação da tese e apoio na negociação com investidor de venture capital.

Linx e Big Sistemas — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou o Sell-Side da Big Sistemas na venda para a Linx, realizando diagnóstico de atratividade, preparação financeira, materiais de M&A e coordenação das negociações com player estratégico do varejo.

Avec e Beleza Soft — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Beleza Soft em processo Sell-Side, com execução de valuation, revisão estratégica e gestão da negociação que resultou na aquisição pela Avec, no segmento de SaaS e beauty-tech.

Stefanini Group e NewM Mobile — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a NewM Mobile no processo Sell-Side na transação com o Grupo Stefanini, aplicando expertise em M&A para software, mobile e soluções digitais, com condução de valuation, desenvolvimento das apresentações, gestão da negociação e apoio durante a due diligence.

Healthbit e RD RaiaDrogasil — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da Healthbit para a RD RaiaDrogasil, executando todo o processo de M&A Sell-Side, com análise de crescimento, avaliação do negócio, preparação de documentos e condução da agenda de due diligence com o comprador estratégico.

Grupo Priner e Labteste — M&A Buy-Side

A Valore Brasil estruturou o Buy-Side do Grupo Priner na aquisição da Labteste, realizando originação estratégica, análise setorial, modelagem financeira e acompanhamento até o fechamento, reforçando experiência em serviços técnicos e laboratoriais.

Coala do Brasil e MPR — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Coala do Brasil em um processo de M&A Sell-Side completo, com elaboração de valuation, materiais de apresentação, abordagem sigilosa ao mercado e suporte técnico nas negociações com o Grupo MPR.

Romar Metais e Fabrimar (Grupo Tigre) — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Romar Metais no processo Buy-Side para aquisição da Fabrimar (Grupo Tigre), realizando avaliação estratégica, análise da operação industrial, estudo de múltiplos de mercado e apoio integral na negociação e estruturação do deal.

Grupo Priner e Semar Inspection & NDT — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil assessorou o Grupo Priner na aquisição da Semar Inspection & NDT, realizando análise de riscos, entendimento aprofundado da tese e apoio nas fases negociais e de diligência técnica.

Tililit ERP e Linx — M&A Sell-Side

A Valore Brasil liderou o Sell-Side da Tililit ERP na operação com a Linx, aplicando expertise em software, ERP, SaaS, realizando valuation técnico, preparação documental e gestão do processo junto a investidor estratégico do setor de tecnologia.

Magazord e bw.commerce — M&A Buy-Side

No processo M&A Buy-Side, a Valore Brasil estruturou a tese de aquisição da Magazord, mapeou targets, realizou a análise estratégica de sinergias e coordenou o processo de negociação que resultou na aquisição da bw.commerce no segmento de tecnologia e e-commerce.

Pulmer Distribuidora e Pátria — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Pulmer em um processo estruturado de M&A Sell-Side, incluindo pré-diagnóstico financeiro, análise de mercado, originação competitiva e gestão da due diligence, até a transação com o fundo Pátria.

Welding e Priner — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu o processo completo de M&A Sell-Side da Welding para o Grupo Priner, aplicando metodologia proprietária de valuation, EBITDA ajustado, mapa de atratividade, preparação de materiais (teaser e infomemo) e negociação estratégica com compradores do setor industrial.