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BRASIL PODE TER 10 UNICÓRNIOS NO FUTURO. VEJA QUAIS SÃO ELES

NÃO É APENAS A 99 – OUTRAS STARTUPS NACIONAIS PODEM ADQUIRIR UM VALUATION DE UM BILHÃO DE DÓLARES. CONFIRA AS APOSTAS DOS ESPECIALISTAS:

São Paulo – A compra da startup brasileira de mobilidade urbana 99 pela gigante chinesa Didi fez com que diversos agentes do ecossistema empreendedor voltassem seus olhos ao Brasil.

A expectativa dos especialistas, agora, está em que mais recentes negócios inovadores nacionais se tornem “unicórnios”: startups avaliadas em mais de um bilhão de dólares.

“Eu acho que veremos mais unicórnios não só por essa compra da 99, mas pela profissionalização do mercado. A aquisição é apenas a ponta do iceberg: o início de nosso ecossistema se fortalecendo e mostrando cada vez mais resultados para o mercado”, afirma André Ghignatti, diretor da WOW Aceleradora.

“Eu sou otimista em relação ao Brasil e acredito que a gente vem amadurecendo muito nosso ecossistema. Temos estruturas mais sólidas e a qualidade do empreendedor brasileiro deu um salto nos últimos anos”, completa Mauricio Benvenutti, sócio da plataforma StartSe. “Entendemos mais sobre como fazer negócios, usando conceitos de economia compartilhada e de tecnologia, e mais empreendimentos brasileiros possuem abrangência internacional.”

Então, quais startups do Brasil têm potencial para serem avaliadas em um bilhão de dólares? Os especialistas consultados pelo Site EXAME deram seus palpites. Veja, a seguir, quais podem ser os 10 próximos unicórnios brasileiros:

 

1 — EBANX

 

A Ebanx é uma startup de Curitiba que oferece uma solução para quem não tem cartão internacional e quer usar serviços como o e-commerce chinês AliExpress, por exemplo. Por meio da Ebanx, o usuário pode realizar a compra e pagar um boleto bancário correspondente.

Apesar de não ser muito conhecido e não ter recebido aportes, Ghignatti acredita que o negócio pode valer um bilhão de dólares em curto prazo. “A startup teve um crescimento exponencial nos últimos tempos e deve estar em um valuation próximo ao de um unicórnio”, diz o diretor da WOW Aceleradora.

 

2 — GUIABOLSO

O GuiaBolso é uma fintech que ajuda brasileiros a controlarem o orçamento: por meio da importação de extratos bancários ou inserção manual, os usuários podem ver suas receitas e despesas categorizadas – e planejarem melhor sua vida financeira.

No final de 2017, a startup recebeu mais um aporte no valor de 125 milhões de reais. Eles já haviam captado 90 milhões de reais em rodadas anteriores.

“Dentro do mercado financeiro, é muito clara a oportunidade que a startup tem ao conseguir entregar para o consumidor suas transações de forma eficiente, simples e transparente”, afirma Benvenutti, da StartSe.

No ano passado, a startup lançou sua própria plataforma de empréstimo – abocanhando outra parte relevante do setor.

 

3 — MOVILE

Se você ainda não conhece a Movile, talvez tenha alguns de seus aplicativos instalados no smartphone: o iFood, de delivery, ou o PlayKids, de conteúdos infantojuvenis, são apenas alguns exemplos. O negócio brasileiro já firmou parcerias com gigantes internacionais, como a Disney.

“A Movile já é uma empresa global, com estrutura forte no Vale do Silício e produtos de sucesso em vários países. Além disso, trabalha em um modelo de extrema escalabilidade – o de aplicativos”, afirma Maurício Benvenutti, da StartSe.

 

4 — NUBANK

O Nubank já é conhecido dos brasileiros há alguns anos e talvez seja a fintech nacional com maior exposição aos consumidores finais. Em 2017, o negócio lançou novidades, como uma conta de pagamentos e um cartão virtual.

“Acho que a Nubank vem fazendo há certo tempo um trabalho de ruptura no segmento financeiro, que possui gaps imensos e está sendo desafiado em diversos países, com o avanço da internet e da tecnologia em geral”, analisa Benvenutti.

O sócio da StartSe estima que o Nubank esteja com um valuation entre 700 e 800 milhões de dólares.

 

5 — PSAFE

“A PSafe, apesar de pouco conhecida, foi uma das primeiras startups brasileiras a atingir um valuation de um bilhão de reais”, afirma Benvenutti. A empresa de segurança (que fabrica, por exemplo, aplicações antivírus) recentemente abriu um escritório no Vale do Silício.

“O segmento é segurança é um mercado que fica cada vez mais em ascensão, na medida em que o mundo se torna progressivamente digital. O mundo está aprendendo a colocar tudo na internet, de transações financeiras até vida pessoal, e a demanda por segurança gera cada vez mais requisições a empresas como a PSafe. Com isso, o valuation dela pode crescer.”

 

6 — RESULTADOS DIGITAIS

A Resultados Digitais é uma startup criada em 2011, quando pouco se falava em marketing digital. De lá para cá, o negócio se expandiu e criou um evento de referência no setor: o RD Summit.

“Recebo muita gente deles no Vale do Silício e a empresa se tornou destaque no marketing digital não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina. Além disso, por trabalhar com internet, o modelo de negócios é bem escalável”, afirma Benvenutti.

 

7 — STONE PAGAMENTOS

 

A Stone é uma empresa de tecnologia para pagamentos – sendo que o produto mais conhecido da marca são suas maquininhas para passar cartões de crédito e débito.

“A startup entrega uma solução simples de pagamento, permitindo que qualquer pessoa tenha seu ponto de venda rapidamente”, afirma Benvenutti, do StartSe.

“A Stone não divulga muito seus resultados, mas deve estar muito perto de ser um unicórnio. É um negócio de grande magnitude, com um escritório no Rio de Janeiro e outro em São Paulo, e participa de um mercado bem abrangente e escalável, que é o de meios de pagamento.”

 

8 — TRUCKPAD

A startup TruckPad surgiu para resolver um grande gargalo no setor de logística brasileiro: conectar caminhoneiros ociosos com cargas que precisam de entrega. Recentemente, o negócio vendeu uma participação para a gigante Mercedes-Benz.

“O investidor do Vale do Silício aporta muito mais no empreendedor do que no projeto. O Carlos Mira [criador do TruckPad] possui um background fantástico e está trilhando um ótimo caminho em um setor enorme no Brasil, em que vemos uma importância significativa do transporte rodoviário e, ao mesmo tempo, uma deficiência absurda”, diz Benvenutti.

 

9 — VIVA REAL

O Viva Real se projetou tanto no mercado brasileiro de imóveis que, recentemente, anunciou sua fusão com outro enorme portal: o ZAP. O empreendimento também recebeu o prêmio de Empresa do Ano pela organização de apoio ao empreendedorismo Endeavor, em novembro de 2017.

“É uma startup do setor imobiliário, que é bem forte no Brasil”, diz Benvenutti. “Talvez demore um pouco para se tornar um unicórnio, mas é uma empresa para manter no radar.”

 

10 — ZENVIA

A Zenvia é uma startup que começou com o serviço de SMS corporativo e passou para, amplamente, estabelecer o relacionamento de grandes empresas e consumidores pessoa física. O negócio usa tecnologias como chatbot e atende gigantes como Amazon, Bradesco, Correios, Hyundai e Wizard by Pearson.

“A Zenvia não aparece muito na mídia, mas possui um potencial consistente. É uma empresa com faturamento de centenas de milhões de reais e próxima ao valuation de um unicórnio”, afirma Ghignatti, da WOW Aceleradora.

 

exame.abril.com.br

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Cadastro para a Imersão Valuation Ribeirão Preto

Magalu e ComSchool — M&A Sell-Side

A Valore Brasil apoiou a ComSchool na modelagem financeira utilizada na operação com o Magalu, contribuindo com análises quantitativas, estruturação dos cenários e suporte técnico para embasar a tomada de decisão.

Pratigel e Ponto Forte — Incorporação

A Valore Brasil assessorou a incorporação entre Pratigel e Ponto Forte, com estudo de viabilidade, avaliação dos ativos, análise de sinergias operacionais e suporte à formalização da integração.

Cimento-Rio — Mediação Societária

A Valore Brasil realizou mediação societária envolvendo a Cimento-Rio, conduzindo análises técnicas, avaliação de impactos e apoio estruturado para reequilíbrio entre sócios.

Consinco — M&A Buy-Side

A Valore Brasil apoiou processo Buy-Side para expansão da Consinco, com mapeamento de targets, análise de mercado de ERP, modelagem financeira e suporte ao processo de diligência.

Guidoni e Seaquarz — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Guidoni na aquisição da Seaquarz, realizando estudo internacional de mercado, análise de múltiplos, valuation e condução das negociações.

Gabarito Sistema de Ensino — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou em processo Buy-Side envolvendo o Gabarito Sistema de Ensino, com análise setorial, sinergias educacionais, avaliação financeira e suporte nas etapas negociais.

Bossanova e Construconnect — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Construconnect em processo Sell-Side, com realização de valuation de startup, estruturação da tese de investimento e suporte na negociação com a Bossanova.

Hamburg Süd e Reefercon — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Reefercon em processo Sell-Side com a Hamburg Süd, incluindo preparação da empresa, análise de mercado e gestão da negociação no segmento de logística e cadeia fria.

Droga Rede — Fusão

A Valore Brasil atuou na fusão envolvendo a Droga Rede, realizando mediação estratégica, avaliação das estruturas, análise de sinergias e suporte ao processo de integração societária.

AGROFITO, AgriVitta e AGROTOLEDO — Cisão

A Valore Brasil assessorou a reorganização societária por cisão, estruturando análises financeiras, estudos de impacto, modelagem e suporte à governança no agronegócio.

Fazenda da Toca Orgânicos — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou na assessoria à Fazenda da Toca, com suporte estratégico em M&A no contexto de negócios do setor orgânico.

Passalacqua e DTek — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil apoiou a Passalacqua na aquisição da DTek com análise de sinergias, mapeamento de alternativas, valuation da alvo e estruturação da negociação.

Effico e b&b Engenharia — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da b&b Engenharia para a Effico, utilizando metodologia própria de preparação, ajuste de indicadores, originação, estruturação negocial e suporte à due diligence no setor de saneamento e infraestrutura.

Bossanova e Sardrones — M&A Sell-Side

A Valore Brasil estruturou a entrada da Bossanova na Sardrones em processo Sell-Side para startup de drones, com análise de mercado, preparação de dados, estruturação da tese e apoio na negociação com investidor de venture capital.

Linx e Big Sistemas — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou o Sell-Side da Big Sistemas na venda para a Linx, realizando diagnóstico de atratividade, preparação financeira, materiais de M&A e coordenação das negociações com player estratégico do varejo.

Avec e Beleza Soft — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Beleza Soft em processo Sell-Side, com execução de valuation, revisão estratégica e gestão da negociação que resultou na aquisição pela Avec, no segmento de SaaS e beauty-tech.

Stefanini Group e NewM Mobile — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a NewM Mobile no processo Sell-Side na transação com o Grupo Stefanini, aplicando expertise em M&A para software, mobile e soluções digitais, com condução de valuation, desenvolvimento das apresentações, gestão da negociação e apoio durante a due diligence.

Healthbit e RD RaiaDrogasil — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da Healthbit para a RD RaiaDrogasil, executando todo o processo de M&A Sell-Side, com análise de crescimento, avaliação do negócio, preparação de documentos e condução da agenda de due diligence com o comprador estratégico.

Grupo Priner e Labteste — M&A Buy-Side

A Valore Brasil estruturou o Buy-Side do Grupo Priner na aquisição da Labteste, realizando originação estratégica, análise setorial, modelagem financeira e acompanhamento até o fechamento, reforçando experiência em serviços técnicos e laboratoriais.

Coala do Brasil e MPR — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Coala do Brasil em um processo de M&A Sell-Side completo, com elaboração de valuation, materiais de apresentação, abordagem sigilosa ao mercado e suporte técnico nas negociações com o Grupo MPR.

Romar Metais e Fabrimar (Grupo Tigre) — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Romar Metais no processo Buy-Side para aquisição da Fabrimar (Grupo Tigre), realizando avaliação estratégica, análise da operação industrial, estudo de múltiplos de mercado e apoio integral na negociação e estruturação do deal.

Grupo Priner e Semar Inspection & NDT — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil assessorou o Grupo Priner na aquisição da Semar Inspection & NDT, realizando análise de riscos, entendimento aprofundado da tese e apoio nas fases negociais e de diligência técnica.

Tililit ERP e Linx — M&A Sell-Side

A Valore Brasil liderou o Sell-Side da Tililit ERP na operação com a Linx, aplicando expertise em software, ERP, SaaS, realizando valuation técnico, preparação documental e gestão do processo junto a investidor estratégico do setor de tecnologia.

Magazord e bw.commerce — M&A Buy-Side

No processo M&A Buy-Side, a Valore Brasil estruturou a tese de aquisição da Magazord, mapeou targets, realizou a análise estratégica de sinergias e coordenou o processo de negociação que resultou na aquisição da bw.commerce no segmento de tecnologia e e-commerce.

Pulmer Distribuidora e Pátria — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Pulmer em um processo estruturado de M&A Sell-Side, incluindo pré-diagnóstico financeiro, análise de mercado, originação competitiva e gestão da due diligence, até a transação com o fundo Pátria.

Welding e Priner — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu o processo completo de M&A Sell-Side da Welding para o Grupo Priner, aplicando metodologia proprietária de valuation, EBITDA ajustado, mapa de atratividade, preparação de materiais (teaser e infomemo) e negociação estratégica com compradores do setor industrial.