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Mercado de M&A no Brasil em 2026: perspectivas e oportunidades

O mercado brasileiro de fusões e aquisições entra em 2026 diferente do que foi nos dois anos anteriores. O primeiro trimestre já entregou o resultado: US$ 15,9 bilhões em transações entre janeiro e março, alta de 30% sobre o mesmo período de 2025 e o melhor desempenho para o período desde 2021, segundo levantamento da Seneca Evercore. O sinal é claro: operações que foram pausadas em 2025 voltaram à mesa. O pipeline represado está se convertendo em deals.

Em mais de 15 anos acompanhando ciclos de M&A no Brasil e tendo assessorado mais de 1.000 projetos de valuation e fusões e aquisições, aprendi que os anos de retomada seletiva são os mais favoráveis para empresários que chegam preparados. Quando a liquidez volta ao mercado, ela não fica menos exigente: fica mais criteriosa. Compradores bem capitalizados têm mais poder de escolha e usam esse poder para selecionar as melhores empresas, não as mais baratas. Quem está organizado, com governança clara e valuation fundamentado, captura o melhor desse ciclo.

Resposta rápida

Como está o mercado de M&A no Brasil em 2026?

O mercado de M&A no Brasil abriu 2026 em retomada expressiva. O primeiro trimestre registrou US$ 15,9 bilhões em transações, alta de 30% sobre o mesmo período de 2025 e o melhor resultado desde 2021, segundo a Seneca Evercore. Com Selic em trajetória de queda, capital estrangeiro retornando e pipeline represado de 2025 se convertendo em deals, o cenário é de retomada seletiva: mais capital disponível, com exigências mais rigorosas sobre as empresas que desejam acessá-lo.

Otimismo confirmado: 57% das lideranças do setor preveem aumentar suas atividades de M&A em 2026, segundo a KPMG. Padrão do ciclo: menos transações, maior valor por operação.

O cenário geral do mercado de M&A em 2026

O mercado de fusões e aquisições no Brasil abriu 2026 com o trimestre mais expressivo dos últimos cinco anos. Segundo levantamento da Seneca Evercore, entre janeiro e março as transações totalizaram US$ 15,9 bilhões, alta de 30% sobre o mesmo período de 2025, com 153 operações concluídas no trimestre. O número de deals caiu em relação ao ano anterior, mas o valor cresceu de forma relevante: o mercado voltou a girar puxado por operações de maior porte e complexidade. Dois negócios concentraram parcela significativa desse volume: a fusão da Odontoprev com o Bradesco Saúde, estimada em US$ 5,8 bilhões, e a venda da CBA para a chinesa Chinalco e a anglo-australiana Rio Tinto, avaliada em US$ 1,9 bilhão.

O otimismo está respaldado por dados. A pesquisa da KPMG aponta que 57% das lideranças do setor preveem aumentar suas atividades de M&A em 2026, o maior índice dos últimos três anos. Para a Zaxo M&A Partners, a expectativa de queda gradual da Selic e o retorno da liquidez criam o ambiente para uma retomada seletiva: mais capital disponível, mas com exigências mais rigorosas para as empresas que desejam acessá-lo. Segundo Daniel Wainstein, sócio da Seneca Evercore, “muitas transações que tinham sido pausadas no ano passado voltaram neste início de ano.”

Indicadores e perspectivas: mercado de M&A Brasil 2026

15

Q1 2026 — Volume

US$ 15,9bi

+30% vs. Q1 2025 — Seneca Evercore

57

Otimismo do setor

57%

preveem mais M&A em 2026 — KPMG

21

Melhor resultado

Desde 2021

melhor Q1 dos últimos 5 anos

14

Selic em queda

14,50%

após corte do Copom em abril 2026

50

Participação PE/VC

50%

dos deals em 2025 — base para 2026

62

Oportunidade percebida

62%

veem maior oportunidade de M&A na região — KPMG

Os três fatores estruturais que vão moldar 2026

Três vetores estruturais definem o comportamento do mercado de M&A em 2026, segundo a convergência de análises da KPMG, Bain & Company, Zaxo M&A Partners e Seneca Evercore.

Fator 1

A trajetória da Selic

O Copom reduziu a Selic para 14,75% em março de 2026 e para 14,50% em abril, inaugurando a trajetória de queda que o mercado aguardava. Juros mais baixos reduzem o WACC nos modelos de DCF dos compradores, sustentam múltiplos mais elevados e viabilizam estruturas de financiamento alavancado que foram inviáveis em 2025. Na prática, cada ponto percentual de queda melhora a precificação de ativos e destrava operações que ficaram represadas por divergência de expectativa entre compradores e vendedores.

O mercado projeta Selic entre 13% e 13,50% ao final de 2026, segundo o Boletim Focus. Eleições presidenciais, Copa do Mundo e pressões inflacionárias tornam essa trajetória incerta. A melhora nas condições de financiamento deve ser gradual.

Fator 2

Governança como pré-requisito

Em 2026, governança, compliance e previsibilidade financeira adquiriram o mesmo peso que EBITDA e projeções de crescimento nas análises dos compradores, segundo a Zaxo M&A Partners. Para o empresário, significa que organização financeira, contratos formalizados e gestão que não depende exclusivamente do fundador não são mais atributos opcionais. São requisitos para ser vendável a múltiplos competitivos.

Fator 3

Inteligência artificial como vetor de aquisições

A IA passou a ser vetor concreto de transações de M&A em 2026. Empresas que traduzem inteligência artificial em soluções aplicáveis a problemas reais atraem capital tanto de compradores estratégicos quanto de fundos, segundo análise da KPMG e da Bain. Isso vale tanto para empresas de tecnologia nativa quanto para empresas tradicionais que integraram IA de forma genuína em suas operações, reduzindo custos ou ampliando receita de forma mensurável.

Se você quer entender se sua empresa está posicionada para capturar esse ciclo de retomada, converse com a nossa equipe pelo WhatsApp.

Setores mais promissores do mercado de M&A em 2026

A convergência de análises da KPMG, Bain & Company e Zaxo aponta para cinco grupos de setores com maior atividade esperada em 2026. A tecnologia continua liderando, mas com maior seletividade: compradores buscam empresas com receita recorrente comprovada, churn controlado e aplicação real de IA. Segundo a Bain, tecnologia registrou crescimento de 77% no valor das transações em 2025, e a tendência se mantém para 2026 com IA generativa como principal acelerador.

Setor Perspectiva para 2026 Driver principal
Tecnologia e Software Continua liderando, com maior seletividade IA aplicada, SaaS, consolidação de verticais
Saúde e Healthtechs Crescimento consistente Digitalização, clínicas, diagnóstico
Energia e Renováveis Alto volume, foco internacional Transição energética, ESG, solar e eólica
Serviços Financeiros Fintechs seguem em consolidação Eficiência operacional, base de clientes
Agronegócio Ativo em consolidação regional Exportações e ganho de escala

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Quer saber se sua empresa está posicionada para atrair compradores qualificados em 2026?

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Fintechs e varejo digital merecem destaque especial. Com a redução do capital de risco disponível nos últimos anos, a fusão entre empresas tornou-se um caminho natural para ampliar bases de clientes e ganhar eficiência. Em 2026, esse movimento de consolidação deve se intensificar à medida que a liquidez parcialmente retorna, mas escolhe com mais critério onde entrar. Empresas que demonstram geração de caixa clara e path to profitability definido saem na frente.

Governança como pré-requisito, não diferencial

A mudança mais relevante que observo no mercado de 2026 não é setorial nem macroeconômica. É comportamental. Compradores chegam às negociações com exigências de governança, transparência e previsibilidade que antes eram esperadas apenas de empresas grandes ou de capital aberto. Hoje, esses critérios se aplicam a empresas de médio porte, incluindo as do middle market com faturamento a partir de R$ 20 milhões.

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A janela do primeiro semestre é a mais favorável do ciclo. Entenda o processo e o timing ideal para o seu caso.

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O que compradores exigem de uma empresa em 2026

Com base na minha experiência conduzindo due diligences e negociações ao longo de mais de 15 anos, os itens que mais aparecem como bloqueadores de deal em 2026 são os seguintes.

Demonstrações financeiras dos últimos 3 anos auditadas ou revisadas por contador independente

EBITDA ajustado documentado e defensável com memória de cálculo

Contratos formalizados com os principais clientes e fornecedores

Registros trabalhistas corretos e sem passivos ocultos

Estrutura societária clara e sem sobreposições com patrimônio pessoal dos sócios

Gestão operacional que funciona sem a presença diária do fundador

Empresas que atendem a esses critérios chegam ao processo de venda com posição de negociação radicalmente melhor do que as que não atendem. O serviço de Gestão Baseada em Valor da Valore Brasil foi desenhado para preparar empresas exatamente para esse padrão antes do processo de venda começar.

Capital estrangeiro em 2026

O capital estrangeiro mantém presença relevante em 2026, com um perfil mais criterioso do que o observado nos anos anteriores. A venda da CBA para a chinesa Chinalco e a Rio Tinto, concluída no primeiro trimestre de 2026, é ilustrativa da tendência: ativos reais, de qualidade e com desconto de valuation, exatamente o perfil que fundos globais buscam em momentos de volatilidade sistêmica. Para a Advisia, esse retorno do capital estrangeiro é real e crescente, mas ainda não pode ser classificado como consolidado.

Os investidores internacionais passaram a exigir padrões globais de governança, ESG e transparência societária como condição para avançar em qualquer transação, segundo análise da Zaxo M&A Partners. A reforma tributária em implementação no Brasil é avaliada como fator positivo de médio prazo: maior previsibilidade tributária reduz o risco percebido e torna o Brasil mais atraente como destino de capital. Para o empresário que considera vender em 2026, isso significa que empresas que já operam com padrão de governança elevado têm acesso a um universo de compradores significativamente mais amplo. Na Valore Brasil, já conduzimos transações com compradores nos Estados Unidos, França, Espanha e Inglaterra. Acesse nosso histórico de transações realizadas.

Middle market: a grande oportunidade do ciclo

O middle market deve concentrar grande parte das operações de fusão e aquisição em 2026, segundo análise da Zaxo M&A Partners. Esse segmento reúne as condições que mais atraem compradores no atual ciclo: múltiplos de entrada mais atrativos do que os praticados em grandes empresas, menor concorrência por cada ativo e potencial de crescimento que justifica investimento de private equity e compradores estratégicos regionais.

Middle market em 2026

Para o empresário de médio porte, 2026 representa uma janela com três vantagens simultâneas

A queda gradual dos juros melhora as condições de financiamento para compradores alavancados. O retorno do capital estrangeiro amplia o universo de interessados. E o amadurecimento dos fundos de private equity no Brasil garante compradores sistematicamente ativos nesse segmento, independente do ciclo macroeconômico.

Empresas com faturamento entre R$ 50 milhões e R$ 500 milhões estão no centro desse apetite.

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Riscos e pontos de cautela

O cenário de 2026 não é linear. Três pontos de cautela merecem atenção de qualquer empresário que está planejando uma transação para este ano.

Calendário eleitoral

2026 é ano de eleições presidenciais. O mercado historicamente acelera no primeiro semestre e desacelera no segundo. Iniciar o processo agora reduz exposição a esse risco.

Divergência de valuation

Muitos empresários ainda têm como referência os múltiplos de 2021. O mercado de 2026 é diferente. Valuation técnico atualizado é o que alinha expectativas e evita que o deal trave.

Volatilidade geopolítica

Afeta especialmente transações cross-border e o apetite de fundos internacionais para novos compromissos em mercados emergentes. Monitorar de perto ao longo do ano.

O que fazer agora se você pensa em vender em 2026

O primeiro semestre de 2026 reúne as melhores condições do ciclo atual para iniciar um processo de venda: mercado com apetite ativo confirmado pelos dados do Q1, capital estrangeiro retornando e pipeline de compradores que acumulou interesse ao longo de 2025. Mas aproveitar essa janela exige preparação que começa antes do processo formal.

01

Obtenha um valuation atualizado

Valuation de 2022 ou 2023 não reflete o mercado de 2026. Expectativas desalinhadas travam deals antes mesmo de a negociação começar.

02

Organize a documentação

Demonstrações dos últimos 3 a 5 anos, contratos com clientes e fornecedores, registros trabalhistas e estrutura societária formalizada.

03

Mapeie os compradores do seu setor

Entender quem está ativo no seu setor e o que avaliam como valor é informação que uma boutique especializada com relacionamentos ativos acessa diretamente.

A janela está aberta agora

O primeiro semestre de 2026 é o melhor momento do ciclo para iniciar um processo de venda

Mercado ativo, capital estrangeiro retornando e compradores com apetite real. No segundo semestre, o calendário eleitoral tende a travar novos deals. A preparação começa agora.

Como a Valore Brasil pode ajudar

Na Valore Brasil, acompanhamos o ciclo de M&A de perto e mantemos relacionamentos ativos com os compradores mais relevantes de cada setor. Em mais de 15 anos de atuação, com mais de R$ 4 bilhões em transações assessoradas e mais de 1.000 projetos realizados em setores como tecnologia, SaaS, ERP, indústria, saúde, agronegócio e varejo, desenvolvemos a leitura de mercado e o acesso a compradores que permitem posicionar cada empresa na melhor janela possível do ciclo.

4B

Transações assessoradas

+R$ 4 bilhões

em valor acumulado de deals conduzidos no Brasil e no exterior desde 2009.

1K

Projetos realizados

+1.000

projetos de M&A e valuation em mais de 15 anos de operação.

Nosso processo começa com o valuation da empresa, passa pela preparação dos materiais do deal e vai até o closing, com acompanhamento em todas as fases intermediárias. O objetivo é sempre o mesmo: garantir que o empresário nunca negocie sozinho contra uma equipe de M&A experiente do outro lado da mesa. Veja o histórico de transações realizadas pela Valore Brasil.

Material gratuito

O que todo empresário precisa saber antes de vender uma empresa

Guia completo com as etapas, armadilhas e decisões críticas de um processo de venda bem conduzido.

Aviso importante

Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As análises e perspectivas apresentadas baseiam-se em fontes públicas e na experiência da equipe Valore Brasil, não constituindo assessoria financeira, jurídica ou de investimento. Decisões sobre venda, compra ou avaliação de empresas requerem análise técnica individualizada. A Valore Brasil está disponível para conduzir essa análise com base na situação real da sua empresa, entre em contato pelo WhatsApp.

O mercado de 2026 favorece quem está preparado. O primeiro trimestre já confirmou que a retomada é real. A janela do primeiro semestre é a mais favorável do ciclo, antes que o calendário eleitoral e as incertezas sobre a Selic no segundo semestre comecem a pesar nas decisões dos compradores. O que vai determinar o resultado de cada empresário não é o volume de transações do ano, mas a qualidade da preparação e do processo com que ele chega ao mercado.

O mercado de 2026 favorece quem está preparado. Vamos avaliar o seu caso?

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Cadastro para a Imersão Valuation Ribeirão Preto

Magalu e ComSchool — M&A Sell-Side

A Valore Brasil apoiou a ComSchool na modelagem financeira utilizada na operação com o Magalu, contribuindo com análises quantitativas, estruturação dos cenários e suporte técnico para embasar a tomada de decisão.

Pratigel e Ponto Forte — Incorporação

A Valore Brasil assessorou a incorporação entre Pratigel e Ponto Forte, com estudo de viabilidade, avaliação dos ativos, análise de sinergias operacionais e suporte à formalização da integração.

Cimento-Rio — Mediação Societária

A Valore Brasil realizou mediação societária envolvendo a Cimento-Rio, conduzindo análises técnicas, avaliação de impactos e apoio estruturado para reequilíbrio entre sócios.

Consinco — M&A Buy-Side

A Valore Brasil apoiou processo Buy-Side para expansão da Consinco, com mapeamento de targets, análise de mercado de ERP, modelagem financeira e suporte ao processo de diligência.

Guidoni e Seaquarz — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Guidoni na aquisição da Seaquarz, realizando estudo internacional de mercado, análise de múltiplos, valuation e condução das negociações.

Gabarito Sistema de Ensino — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou em processo Buy-Side envolvendo o Gabarito Sistema de Ensino, com análise setorial, sinergias educacionais, avaliação financeira e suporte nas etapas negociais.

Bossanova e Construconnect — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Construconnect em processo Sell-Side, com realização de valuation de startup, estruturação da tese de investimento e suporte na negociação com a Bossanova.

Hamburg Süd e Reefercon — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Reefercon em processo Sell-Side com a Hamburg Süd, incluindo preparação da empresa, análise de mercado e gestão da negociação no segmento de logística e cadeia fria.

Droga Rede — Fusão

A Valore Brasil atuou na fusão envolvendo a Droga Rede, realizando mediação estratégica, avaliação das estruturas, análise de sinergias e suporte ao processo de integração societária.

AGROFITO, AgriVitta e AGROTOLEDO — Cisão

A Valore Brasil assessorou a reorganização societária por cisão, estruturando análises financeiras, estudos de impacto, modelagem e suporte à governança no agronegócio.

Fazenda da Toca Orgânicos — M&A Buy-Side

A Valore Brasil atuou na assessoria à Fazenda da Toca, com suporte estratégico em M&A no contexto de negócios do setor orgânico.

Passalacqua e DTek — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil apoiou a Passalacqua na aquisição da DTek com análise de sinergias, mapeamento de alternativas, valuation da alvo e estruturação da negociação.

Effico e b&b Engenharia — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da b&b Engenharia para a Effico, utilizando metodologia própria de preparação, ajuste de indicadores, originação, estruturação negocial e suporte à due diligence no setor de saneamento e infraestrutura.

Bossanova e Sardrones — M&A Sell-Side

A Valore Brasil estruturou a entrada da Bossanova na Sardrones em processo Sell-Side para startup de drones, com análise de mercado, preparação de dados, estruturação da tese e apoio na negociação com investidor de venture capital.

Linx e Big Sistemas — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou o Sell-Side da Big Sistemas na venda para a Linx, realizando diagnóstico de atratividade, preparação financeira, materiais de M&A e coordenação das negociações com player estratégico do varejo.

Avec e Beleza Soft — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a Beleza Soft em processo Sell-Side, com execução de valuation, revisão estratégica e gestão da negociação que resultou na aquisição pela Avec, no segmento de SaaS e beauty-tech.

Stefanini Group e NewM Mobile — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou a NewM Mobile no processo Sell-Side na transação com o Grupo Stefanini, aplicando expertise em M&A para software, mobile e soluções digitais, com condução de valuation, desenvolvimento das apresentações, gestão da negociação e apoio durante a due diligence.

Healthbit e RD RaiaDrogasil — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu a venda da Healthbit para a RD RaiaDrogasil, executando todo o processo de M&A Sell-Side, com análise de crescimento, avaliação do negócio, preparação de documentos e condução da agenda de due diligence com o comprador estratégico.

Grupo Priner e Labteste — M&A Buy-Side

A Valore Brasil estruturou o Buy-Side do Grupo Priner na aquisição da Labteste, realizando originação estratégica, análise setorial, modelagem financeira e acompanhamento até o fechamento, reforçando experiência em serviços técnicos e laboratoriais.

Coala do Brasil e MPR — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Coala do Brasil em um processo de M&A Sell-Side completo, com elaboração de valuation, materiais de apresentação, abordagem sigilosa ao mercado e suporte técnico nas negociações com o Grupo MPR.

Romar Metais e Fabrimar (Grupo Tigre) — M&A Buy-Side

A Valore Brasil assessorou a Romar Metais no processo Buy-Side para aquisição da Fabrimar (Grupo Tigre), realizando avaliação estratégica, análise da operação industrial, estudo de múltiplos de mercado e apoio integral na negociação e estruturação do deal.

Grupo Priner e Semar Inspection & NDT — M&A Buy-Side

Em processo Buy-Side, a Valore Brasil assessorou o Grupo Priner na aquisição da Semar Inspection & NDT, realizando análise de riscos, entendimento aprofundado da tese e apoio nas fases negociais e de diligência técnica.

Tililit ERP e Linx — M&A Sell-Side

A Valore Brasil liderou o Sell-Side da Tililit ERP na operação com a Linx, aplicando expertise em software, ERP, SaaS, realizando valuation técnico, preparação documental e gestão do processo junto a investidor estratégico do setor de tecnologia.

Magazord e bw.commerce — M&A Buy-Side

No processo M&A Buy-Side, a Valore Brasil estruturou a tese de aquisição da Magazord, mapeou targets, realizou a análise estratégica de sinergias e coordenou o processo de negociação que resultou na aquisição da bw.commerce no segmento de tecnologia e e-commerce.

Pulmer Distribuidora e Pátria — M&A Sell-Side

A Valore Brasil assessorou os acionistas da Pulmer em um processo estruturado de M&A Sell-Side, incluindo pré-diagnóstico financeiro, análise de mercado, originação competitiva e gestão da due diligence, até a transação com o fundo Pátria.

Welding e Priner — M&A Sell-Side

A Valore Brasil conduziu o processo completo de M&A Sell-Side da Welding para o Grupo Priner, aplicando metodologia proprietária de valuation, EBITDA ajustado, mapa de atratividade, preparação de materiais (teaser e infomemo) e negociação estratégica com compradores do setor industrial.