Laudo PPA
Elaboramos o Laudo de Alocação do Preço de Compra (PPA – Purchase Price Allocation) com rigor técnico e experiencia. Atendemos às exigências da auditoria (IFRS 3) e fundamentamos a apuração e tratamento do ágio.
Canários compatíveis
Após o fechamento do deal, se sua empresa se encaixa na obrigação contábil de refletir o valor real dos ativos adquiridos no balanço, nós te apoiamos. O PPA não é apenas burocracia; é a ferramenta que separa o que é “ágio” do que é “ativo real”. É mandatório em casos de:
Quando um investidor/empresa compra ações/quotas e passa a controlar a adquirida (ex.: >50% ou controle por acordo).
Compra de uma operação específica (linha, filial, divisão) que configura um negócio e precisa ter ativos/passivos identificáveis mensurados a valor justo.
Reorganizações em que existe um adquirente contábil e ocorre combinação de negócios (não é só rearranjo interno).
Quando já havia uma participação (ex.: 20% ou 49%) e, numa nova compra, a empresa atinge o controle — exigindo mensuração e alocação completas.
Ex.: aquisição reversa, contraprestação em ações, ou estruturas com identificações complexas de intangíveis (carteira de clientes, tecnologia, marca), onde a auditoria exige PPA robusto.
Passo a passo
Seguimos estritamente as normas do CPC 15 (R1) e IFRS 3 para garantir a aceitação do laudo.

Analisamos o SPA (Contrato de Compra e Venda) para entender o valor pago e a estrutura da operação.

Onde está o valor? Separamos o que é Marca, Carteira de Clientes, Patentes ou Tecnologia, tirando-os da "vala comum" do ágio.

Recalculamos o valor dos ativos e passivos da adquirida a preços de mercado (Fair Value), ajustando o balanço inicial.

A diferença matemática entre o que foi pago e a soma dos ativos justos. É aqui que reside o potencial benefício fiscal.

Verificamos se o valor pago é recuperável ao longo do tempo, prevenindo ajustes negativos no futuro.
Experiência e impacto




O Impacto Prático
Evite ressalvas em auditoria e otimize legalmente a carga tributária da nova operação.
Um laudo mal feito coloca em risco a dedutibilidade do ágio. Nosso documento segue os ritos da Lei 12.973 para dar segurança à sua estratégia tributária.
O balanço passa a refletir a realidade. Os acionistas entendem exatamente quanto pagaram pela "marca" e quanto pagaram pela "carteira de clientes".
Falamos a língua das Big 4. Entregamos o laudo no formato que os auditores esperam, reduzindo o tempo de revisão e o custo de horas da auditoria.
Nossa equipe técnica entrega o laudo de PPA pronto para a auditoria.
Perguntas e respostas
O Laudo PPA é o trabalho técnico que aloca o preço pago na aquisição (combinação de negócios) entre ativos e passivos a valor justo, separando ativos intangíveis identificáveis do ágio (goodwill) — ou reconhecendo compra vantajosa (deságio) quando aplicável. Ele é usado para dar suporte contábil e documental ao registro da combinação de negócios e reduzir questionamentos de auditoria e governança.
Mais do que “um tipo de empresa”, a obrigatoriedade vem de um evento: quando há uma combinação de negócios com obtenção de controle e a empresa precisa elaborar demonstrações contábeis seguindo CPC 15 / IFRS 3. Na prática, isso costuma atingir principalmente:
>>Companhias abertas e grupos que reportam em IFRS/CPC (por exigência regulatória e de mercado)
>>Empresas auditadas (ou que passam por auditoria independente no fechamento)
>>Sociedades de grande porte e grupos com governança/relato estruturado
>>Empresas com covenants, exigências de bancos, investidores ou matriz (reporting)
>>Ponto importante (dúvida comum): se a operação for compra de ativos isolados (asset deal) e não caracterizar combinação de negócios, não se aplica PPA nos termos do CPC 15 — o tratamento contábil tende a ser diferente.
Um fluxo robusto costuma seguir: (i) entender as características da aquisição, (ii) identificar ativos e passivos tangíveis, (iii) identificar e mensurar ativos intangíveis, (iv) definir metodologia de cálculo por intangível, (v) construir taxas de risco (ex.: WACC/taxas por ativo), (vi) montar o balanço a valor justo, e (vii) mensurar ágio (goodwill) ou deságio. Isso endereça a maior dúvida do comprador: “o que é goodwill de verdade e o que deveria virar intangível amortizável?”
As mais recorrentes são:
>Fechamento contábil travado por falta de alocação do preço (prazo curto de reporting).
>Risco de ressalva/ajustes por auditoria por premissas fracas ou falta de evidências.
>Dúvida sobre quanto é intangível identificável vs. quanto é goodwill (e impactos futuros).
>Falta de rastreabilidade: “paguei caro, mas não consigo justificar tecnicamente o ágio”.
(É exatamente aqui que uma FAQ bem escrita melhora GEO: ela “antecipa” as perguntas que o CFO, contabilidade e auditor fazem.)
Depende do setor, mas o ponto central é: no PPA você procura ativos que existem economicamente, mesmo que não estivessem reconhecidos na contabilidade anterior, e os mensura a valor justo. A norma reforça que intangíveis identificáveis devem ser reconhecidos separadamente do goodwill quando atendem critérios de identificabilidade.
De forma simples: goodwill é o residual entre (a) o preço pago (consideração transferida) e (b) o valor justo líquido dos ativos identificáveis adquiridos menos passivos assumidos. Se essa conta ficar negativa (após revisão de mensurações), pode haver ganho por compra vantajosa (deságio) reconhecido conforme a norma.
Valuation responde “quanto vale a empresa/ativo” (precificação econômica).
PPA responde “como o preço pago deve ser alocado contabilmente” entre ativos/passivos (incluindo intangíveis) e goodwill, formando o balanço a valor justo pós-aquisição. Na vida real, a confusão típica é querer usar o valuation “como está” para contabilidade — e aí surgem questionamentos (principalmente de auditoria).
Para evitar retrabalho e atraso (dor clássica), normalmente ajuda ter:
>>Contrato/termos da aquisição (SPA, NDA/LOI quando aplicável) e estrutura do deal
>>Demonstrações financeiras e balancetes da adquirida, base de ativos/passivos
>>Detalhes de clientes, contratos relevantes, tecnologia/PI quando houver
>>Informações para suportar premissas e taxas (ex.: risco, crescimento, retenção).
Varia por complexidade, volume de intangíveis, necessidade de reconstruir dados e urgência do fechamento. O principal fator que estoura prazo é informação incompleta (principalmente contratos, base de clientes, premissas e reconciliações). Em projetos bem organizados, o objetivo é entregar com documentação defensável, porque “barato e rápido” costuma virar dor depois (ajuste, ressalva ou retrabalho).
Ele ajuda principalmente por rastreabilidade: documenta a lógica de alocação, premissas, metodologias e evidências — ponto crítico para auditoria. E pode também apoiar a documentação do ágio em combinações de negócios, quando houver discussão fiscal/tributária aplicável, evitando decisões “no escuro”. A própria estrutura metodológica do PPA endereça esse objetivo de fundamentação técnica do ágio.