Planejamento Sucessório e Holding Familiar. Por que não falamos nisso?

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Maquiavel não conheceu o Brasil!

Em sua obra atemporal “O príncipe”, num dado momento, Maquiavel menciona que o “reino difícil de conquistar é mais fácil de se manter”.

 

Quando pensamos em proteção do patrimônio de pessoas físicas no Brasil, nos permitimos discordar do escritor e afirmar que neste caso, “O reino difícil de conquistar é também difícil de se manter”.

 

Estamos falando de LEGADO, aquilo que será destinado às pessoas mais queridas de alguém que construiu algum patrimônio, na maioria das vezes, com muito, muito esforço.

 

Trata-se de uma questão cultural. Outros povos como judeus por exemplo, tratam do planejamento sucessório como algo natural afinal, têm o discernimento de que a perpetuação desse patrimônio na família passa necessariamente por algum planejamento. Diferentemente de nós, brasileiros, que ao pensar nisso, vemos como uma espécie de “mal agouro”, algo que não se deve preocupar em vida, afinal se acontecer algo com o genitor da família, as coisas já estarão resolvidas à medida que se conseguiu amealhar um patrimônio razoável, que garanta o conforto mínimo aos familiares, sobretudo os mais próximos (filhos, netos).

 

É aí que mora a grande armadilha. Afinal, o processo de inventário pode ser algo extremamente demorado; com resultados imprevisíveis e principalmente, muito caro.

 

Entenda-se por demorado o fato de que, se houver menores de idade envolvidos no processo, obrigatoriamente há a necessidade de ajuizamento do processo; Por resultados imprevisíveis é importante ter em mente que, uma vez ajuizado e em havendo qualquer tipo de discordância quanto à distribuição dos bens, a decisão caberá à um juiz e por último; Por caro leia-se que em média um processo de inventário pode custar de 20% a 30% do valor dos bens. Vamos repetir, do valor dos bens! É muito comum ver famílias tendo que se desfazer de bens para poder custear este processo.

 

Diante destas constatações, fica a dúvida, será que uma questão cultural justifica deixar um imbróglio desses para os familiares, sobretudo num momento de grande dor e vulnerabilidade emocional e por vezes financeiras?

 

É por isso que o Planejamento Sucessório é tão relevante e muito difundido em famílias com grande quantidade de bens. O que precisa mudar é que você não precisa ser necessariamente um milionário para proteger seus bens, planejar sua sucessão e obter economia com esse processo.

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